MENU

21 de outubro de 2009 - 14:48Análises

A Fórmula dos iniciados

Foto: Andrew Ferraro/LAT Photographic/Divulgação Renault

Foto: Andrew Ferraro/LAT Photographic/Divulgação Renault

Flavio Gomes fez anteontem, em seu blog, um post que considero definitivo sobre a influência da transmissão da Fórmula 1 para o Brasil no modo como a população julga Rubens Barrichello e se relaciona com ele.

Mas acredito que, além dos argumentos muito bem pontuados pelo Flavio, ainda existe um viés por trás disso. Por mais que as transmissões da TV Globo deixem muito a desejar, que existam omissões graves do que acontece na pista em prol da “torcida pelo Brasil-sil-sil”, as próprias características das corridas da era do reabastecimento na Fórmula 1 é que acabam tornando as coisas mais complicadas para o telespectador. A F1 dos pit stops virou uma categoria para “iniciados”.

Diferentemente de esportes mais populares, como o futebol, uma transmissão de corrida de Fórmula 1 não é autoexplicativa. Tudo o que acontece na tela precisa ser interpretado, sob pena do telespectador não compreender o que se passa. Você só consegue entender bem o que está acontecendo na corrida e seus prováveis desdobramentos se entende a diferença entre os pneus, se compreende o comportamento de um carro conforme a estratégia de combustível, se possui os pesos dos carros quando da largada, se tem o live timing da FIA à mão para acompanhar os tempos de volta. Se ninguém lhe passa essas informações, ou se passa incorretamente, você fica vendido.

Fora os acontecimentos do GP do Brasil citado pelo Flavio, o GP de Cingapura é outro exemplo notável do problema de compreensão. Na narração global, tudo o que acontecia era “bom para Barrichello”, quando nem sempre o era. E, no decorrer da prova, ninguém na transmissão deu-se conta que o brasileiro voltaria dos boxes atrás de Jenson Button, mesmo que não tivesse perdido os tais cinco segundos no pit stop. Estava na cara que ia acontecer, quem tinha o live timing oficial já sabia, mas ninguém da Globo viu.

Se isso é feito de propósito para segurar a audiência, é outra discussão. Mas o fato é que tal comportamento acaba gerando na população que não consegue entender detalhadamente a dinâmica de uma corrida a impressão de que o Barrichello “de repente” fica lento, ou que “dá azar”. Até pessoas geralmente bem informadas, como Marcelo Tas, começam a formular conceitos em cima de informações que não são reais. Atualmente, a leitura de uma corrida é muito complicada. E se você não for um “iniciado”, dança.

Felizmente, no ano que vem o reabastecimento acaba. E acredito que isso tornará a compreensão da corrida muito mais fácil. Quem está na frente estará realmente na frente, no máximo poderá perder ou ganhar alguns segundos de acordo com o comportamento do carro com o tipo de pneus, mas dificilmente voltará a acontecer aquela situação do piloto estar em primeiro, acabar em quinto e ninguém entender bem o motivo.

Todo mundo vai classificar com o carro leve, então o pole será realmente o piloto mais rápido e não mais aquele com a estratégia mais ousada. Todo mundo vai largar com o mesmo peso de combustível, então não haverá mais uma diferença brutal de performance entre carros em momentos da prova. E nesse novo mundo, quem sabe, o sonho de muito telespectador de assistir uma corrida inteira no “mute” poderá se realizar.

Comentários do Facebook

comentários

137 comentários

  1. Fernando disse:

    Capelli, vc realmente sabe tudo de F1 e mais um pouco, agora quando vem a público dizer que o Rubinho desta vez vai arrebentar, aí você viajou. Eu acompanho a muito a F-1, não sou nenhum especialista, mas uma coisa eu aprendí:Em qualquer esporte como na vida o cara tem que ter estrêla, e isso meu amigo, o Rubinho já provou que não tem. Êle é um eterno festival de desculpas. Na Ferrari era o “alemão mau”, como se a equipe não tivesse o direito de optar pelo melhor pilôto (aliás êle julgava ser o melhor), o tempo se encarregou de provar o contrário. Depois o cara saiu por que era um eterno injustiçado, e aí começou uma interminável lista de desculpas; o carro não é competitivo, o “fulano” me prejudicou, um dia choveu, no outro não choveu, são os freios, pane hidraúlica, o pneu e duro, o pneu é macio, a equipe errou de estratégia blá, blá blá, tudo menos “OS CARAS VENCERAM POR QUE SÃO MELHORES”. Isso sem falar que êle conseguiu perder o vice campeonato para o Vettel(é assim que se escreve??). O destino as vezes sabe ser cruel, outro alemão.É o seguinte, nós ainda estamos em 2009 e já vou te cantar a pedra sem medo de errar. Em 2010 vai prevalecer o “FATOR BARRICHELLO” e no final da temporada vamos ter escutar mais uma vêz novas justificativas (nisso êle é campeão). Vou salvar este comentário e no final da temporada agente conversa. Topas?????

  2. Odabeb disse:

    Tendi, tendi, Mister M… foi mal… rsrs

  3. Mister M disse:

    Rodrigão….
    Como eu disse:
    “…Sem o limitador vão girar mais, consumirão mais também e <<<>>>> terão q classificar lotados de combustível…”
    Percebeu o NÃO??!?!?!? A graça é essa mesma, confundir um pouquinho! Rs
    Esqueci de falar e vou deixar aqui registrado… Rubinho não nasceu ontem, ninguém fica tanto tempo na F-1 de graça; ano que vem ele é sério candidato a recorde de pole-positions e sério candidato ao título da temporada.
    Tudo vai depender da confiabilidade dos motores cosworth ; alô PETROBRAS!!! Agora é a hora de apoiar a Williams com combustíveis e lubrificantes já que perdeu mesmo a stock;
    E da competência e do seu jovem companheiro de equipe.
    Repito, se a cosworth conseguir fazer os carros competirem a temporada toda com 8 unidades com alguma competência e o limitador aberto Rubinho vai brincar… Mônaco por exemplo já tá no bolso!!! KKKKK
    FG disse que Rubens assinou por mais um ano e abriu mão da disputa do título 2010, falaram a mesma coisa de 2009… Vão quebrar a cara novamente!
    Abraços

  4. Rodrigo (odabeb) disse:

    MIster M, os treinos serão com tanques vazios… gasolina só pras voltas rápidas mesmo…

  5. Mister M disse:

    Só um detalhe… Se não me engano, os carros equipados com Cosworth terão obrigatóriamente estratégia diferente de combustível, até aonde eu sei não terão limitador de giros e poderão atualizar durante a temporada.
    Sem o limitador vão girar mais, consumirão mais também e não terão q classificar lotados de combustível.
    Eu desconfio que foi por isso q a Williams desistiu do motor Toyota e do piloto japa que tiveram q engolir junto.
    Tio Frank e tio Patrick são galinhas velhas no galinheiro e estão armando alguma!
    Espero que mandem bem para deixar as montadoras comendo poeira!
    Rubinho não ia assinar com eles tão cedo sem que eles tivessem motor e estratégia acertada para 2010!
    Ah, post perfeito!!!!
    FG nem comento mais, um cara q vive de F-1, de internet e fica endeusando cuba, lada, motor 2t não pode ser levado a sério. Quando cobria em loco os gps era outra conversa… Agora a distância perdeu muito.
    T+

  6. FELIPE disse:

    E nesse novo mundo, quem sabe, o sonho de muito telespectador de assistir uma corrida inteira no “mute” poderá se realizar.

    AHUSAHUASUHASUHASUHASUHASHUASHUASUHASUHUASHUASUHAS
    MIJEI!

  7. Rodrigo (odabeb) disse:

    Li alguns comentários ali em cima. O que acho é que as emissoras (tanto a Globo como as de rádio – BandNews, JP, etc) tem que ter alguém pra jogar para a torcida, preferencialmente sem os abusos do Galvão e, como bem lembrado pelo Capelli, do Odinei (que considero melhor e mais agradável que o Galvão). Imagino que a maioria do pessoal que assiste, só liga a TV mesmo pra ver o “Rubinho” e o “Massinha” correndo. Claro que o sujeito não precisa tratá-los como débeis mentais, mas acho necessário, sim, um certo ufanismo.

    Agora, bem que os jornalistas que cobrem automobilismo poderiam iniciar um movimento: enquanto a Globo não chamar a Red Bull e a Toro Rosso pelo nome, poderiam chamar tudo o que for ligado à Rede Globo pelas siglas. Garanto que GB, RL e LB, além da MB e do CG não iriam gostar nada…. rs

  8. wzaunir disse:

    Esses artigos resumem o que é a Formula 1 e Barrichello http://migre.me/a49x
    http://migre.me/a49S

  9. Capelli,
    Permita-me discordar. Não creio que a proibição de bastecimento irá melhorar a qulidade das corridas. Na época em que os abastecimentos eram proibidos as corridas nunca foram um primor. Basta lembrar que o comum era termos dois pilotos, quando muito três, disputando um título mundial. As corridas começavam e depois de poucas voltas a torcida era por uma quebra ou falta de combustível. Era comum a conquista de campeonatos com duas a três corridas de antecedência.

    Acontece que antes o cálculo de combustível era feita na ponta do lápis pelo engenheiro. Hoje há centenas de projeções feitas em computador. Se a Lotus do Senna bebia demais e ele tinha que economizar combustível, isso não acontecerá com os motores de hoje, todos uniformes, com a mesma potência e impedidos de se desenvolverem. Mata-se a possibilidade do acaso e também é assasinada a possibilidade de mudanças de estratégias de 3 para 2 paradas como fez Jenson Button esse ano, por exemplo.

    Ademais, naquela época a diferença entre o primeiro e o último carro do grid era de 1,5 a 2 segundos. hoje é de 0,5 segundo. Os últimos colocados ficavam a 2 ou 3 voltas dos primeiros. Lembro do Senna da voltas no Piquet, 3° colocado na prova. É essa a F1 que queremos? Vide a GP2 que possui corridas espetaculares nas 10 primeiras voltas. Despois pouco ou nada acontece.

    Quanto à leitura da prova, volto a discordar. Em todos os outros esportes existe a possibilidade de se desenhar ou alterar uma tática ao longo da prova. É assim no futebol, na maratona, no basquete, em qualquer modalidade. Não vejo motivo para a F1 ser diferente, ser de “fácil leitura”. Acredito que sem o abastecimento voltaremos a ter corridas maçantes definidas nas 5 primeiras voltas.

    Se existem possoas que não entendem a dinâmica de uma prova, paciência. Eu não entendo a dinâmica do futebol, nem por isso acho que deveria ser diferente.

  10. Edgar Guediguian disse:

    Leonardo Borges,

    Quando o GP de Ímola de 1994 foi reiniciado, em nova largada, após o fatídico acidente de Senna, a direção de prova considerou a distância que cada um tinha em relação ao outro antes do acidente (mesmo critério usado para definir o novo grid, ou seja, a posição de cada um antes do acidente), assim, embora Berger tenha relargado na frente de Schumacher, Schumacher tinha alguns segundos de “gordura” que lhe permitiu liderar a prova em segundo lugar (eita GP pra esquecer!). Depois de algumas voltas, Schumacher ultrapassou Berger (Berger abandonaria a corrida por problemas de suspensão) e confirmou sua vitória.

    Abraços!

  11. Olegário disse:

    Po Capelli…. o texto tá bom, mas não tem nada pra atualizar? Ainda falta 4 dias pra começar Abu Dhabi…

  12. Jorpaes disse:

    O Galvão é famoso hein…

    http://www.youtube.com/watch?v=eZti48rOXuI

    Veja se é isso que você quer Capelli.

    Em tempo: podia colocar o Galvão e Flávio juntos transmitindo corrida de asno. Um é chato e arrogante o outro é chorão e arrogante. Podem nomear quem vocês quiserem.

  13. Mirax disse:

    Capelli, uma dúvida…em seu comantário, vc diz que todos os pilotos farão a classificação mais leve, ou seja, com pouco combustível, em meu entendimento. Como não haverá mais o reabastecimento, as equipe encherão o tanque depois da classificação, para que seus pilotos terminem a corrida?.

  14. Julio disse:

    É engraçado como falam tanto da F1 dos anos 80 e ao mesmo tempo criticam o fim do reabastecimento.

    Nos anos 80 algumas corridas eram chatíssimas, muito mais do que as atuais, assim como tinham corridas memoráveis, como hoje também algumas são. Creio que essa mudança facilite mesmo a leitura da corrida para os leigos, que tem a F1 como entretenimento, mas que não têm a mesma paciência, como eu ou a maioria dos que comentam por aqui, para pesquisar e procurar conhecer um pouco mais a fundo a categoria. Se a intenção é atrair mais público, o resultado será ótimo…

  15. Leonardo Borges disse:

    capeeli vi a corrida de imola 1994 ,recentemente em um DVD ,vi que shumacher tava em primeiro e berger em segundo , mesmo berger estando a frente dele na corrida ,porque isso acontecia naquela corrida…

    • Capelli disse:

      A explicação do Eder foi perfeita, nada a acrescentar. Antigamente era assim: corrida com bandeira vermelha virava prova em duas baterias, com os tempos somados.

  16. Cleyton disse:

    Concordo, e eu que só leigo vi que o Barrchelo saiu dos boxes atrás do Kubica, mas a Globo só foi noticiar isso umas 2 voltas depois.

  17. Danilo disse:

    Esse foi seu derradeiro post ?

    Estou sentindo falta de atualizações no seu blog…

    Abraço.

  18. Marcelo Brum disse:

    Olá, Capelli.

    As transmissões da Rede (Monopólio) Globo já estão manjadas faz tempo. Ultimamente eu só tenho assistido às imagens e escutado às transmissões via rádio – que não são lá grandes coisas, mas pelo menos não são transmitidas sob a ótica de quem só consegue ver os brasileiros na pista… A respeito do reabastecimento, também sou contra. Além de fazer o qualifying perder a graça, rendeu muitos acidentes com a tal da mangueira – como o do Kovalainen com o Kimi, em Interlagos, os da Ferrari no ano passado, entre outros.

    E, a propósito, o que você achou da eleição do Jean Todt?

  19. Rodrigo Lamas disse:

    Um post que prova por a+b pq as transmissoes de F1 da Globo são uma merda. http://bit.ly/3rK2mL

  20. KBK disse:

    Ótimo texto, Capelli. Sem querer ser chato,mas o blog estava precisando . :P

    As novas regras provavelmente diminuirão o número de ultrapassagens. É mais justo, porém, mais entediante.

    É só eu, ou alguém mais sente falta do qualify onde era 1 piloto por vez? Claro, que era uma grande injustiça, mas podíamos acompanhar cada curva de todos os pilotos, com as maravilhosas imagens on-board. Hoje são tantos cortes de imagem que ficar olhando o live timing é mais interessante…

  21. Eduardo Casola Filho disse:

    A Globo deveria transmitir corrida de Mario Kart! Veja como ficaria a abertura.

    http://www.youtube.com/watch?v=glisDFpK2rY&feature=player_embedded

  22. Edson disse:

    Bom capelli,na verdade não tem nada a ver com o tópico,é apenas uma curiosidade.Com o GP de Abudabhi ocorrendo num domingo pela manhã,depois de 25 annos estamos tendo um encerramento de temporada no horário digamos assim “tradicional” .O último GP do ano a acontecer nesse horário havia sido o de Portugal em 1984

  23. Osvaldo Laurindo disse:

    Brilhante colocação!

    Parabéns!!!!

  24. Jonas Martins disse:

    Morei nos Estados Unidos em 2007 e acompanhei a Formula pelo Speed Channel. A transmissão deles é muito boa. Feita por quem entende do assunto. Na época até tinha o Scott Speed na Toro Rosso, que eles davam certa atenção, mas nada demais. A transmissão sempre começava 30 minutos antes da largada, e o Peter Windsor, sócio da USF1 e repórter da emissora na época, ia andando pelo grid entrevistando vários pilotos, não só os do pelotão da frente, chefes de equipe, engenheiros… Havia um narrador e dois comentaristas, no entanto ninguém tinha que ficar pedindo permissão pra falar ou coisa do tipo. Por muitas vezes os comentaristas narravam a corrida por voltas… Era um transmissão de verdade, onde você assistia a corrida e ficava sabendo de tudo, e não só de um ou dois pilotos…

  25. Rodrigo Balbino disse:

    Capelli, cadê o post sobre o novo presidente da FIA, Jean Todt?

  26. rolistefas disse:

    Capelli, gosto muito do seu blog.
    Também acompanho o blog do Flávio Gomes. Como sei que vocês são parceiros, queria fazer uma pergunta a você (pois com certeza o FG não vai responder): O que aconteceu com a coluna do Reginaldo Leme ? Aliás, porque sumiram quaisquer referências ao Reginaldo Leme no site Grande Prêmio ? Será que as recentes críticas à rede Globo fizeram o Regi se mandar do GP ? Se foi isso, é uma pena.. Obrigado e um abraço

  27. Lucas disse:

    Na verdade, Raphael – a respeito dos pneus “tiro-no-pé” slicks – o problema vai mais além. Lembro-me que em uma reportagem sobre as mudanças de regulamento para 2009, o piloto Felipe Massa fez um breve comentário a respeito dos pneus slicks e das mudanças aerodinâmicas, as mudanças mais notáveis da temporada. Ele disse que com pneus slicks ganhava-se 2s por volta na pista. E sobre as mudanças na aerodinâmica ele falou que perdia-se 2s por volta com elas.

    Conclusão: As mudanças no regulamento simplemsnte troxeram um “novo” item, que melhoraria o carro, mas também trouxe outro que simplesmente anularia todos os ganhos obtidos pelo primeiro. Por isso essa sensação de “tiro no pé” por conta dos pneus slicks.

  28. Rodrigo Balbino disse:

    Essa do fim do reabastecimento foi uma bandeira defendida pelo ex-piloto tetracampeão Alain Prost, lá nos idos de 1998 – na época ele disse que com este recurso os pilotos raciocinariam mais e definiriam suas estratégias durante a corrida

    Sobre o FG, está certíssimo – A “Groubo” cobre a F-1 exclusivamente do jeito dos leigos e o Magdo Bueno, que diz ter narrado mais de 1000(?) GPs (de acordo com seu site), se vangloria disso

    Na Era Senna, a audiência era garantida – aí veio a Tamburello em 1994…e a mesma para segurar a audiência, começou a vender a imagem “heróica” de Barrichello a partir dali – já sabendo que ele não tinha condições de enfrentar e “vencer” a Benetton, Williams, Ferrari e McLaren com uma Jordan limitada…e após o fracasso comercial, a mesma “Groubo” permitiu que os seus lamentáveis “Cassetas e Planetas” zombassem e sacaneassem com o pobre Barrichello

    Confesso que me arrependo de ter sacaneado o Rubens algumas vezes – depois deste fato, eu devia mesmo era sacanear a “Groubo” e seu Magdo Bueno (e o Felipinho? Como vai?)

  29. Beto disse:

    Quem acha que Galvão é um mala e que fala besteira, ou que torce descaradamente para os pilotos brasileiros, tem que assistir a transmissão da TV espanhola. Os caras são infinitamente piores, com um agravante: começaram a acompanhar F1 só depois do início da “Alonsomania”, ou seja, sabem às vezes parecem saber menos de F1 q minha mãe.

    Sobre o azar de RB, tenho q dizer, depois de mais de 30 anos acompanhando F1, que não é uma lenda, é um fato. Por mais anti-científico que pareça, nunca vi alguém mais azarado do q ele. É bizarro como as coisas mais absurdas parecem acontecer principalmente com ele.

    Sobre acompanhar a F1 somente pela TV: não dá, tem q ter o live-timing. Há três anos que utilizo o live timing, não sei como antes eu conseguia acompanhar e entender uma corrida sem ele…

    Sobre F. Gomes: ele me parece bastante pernóstico, além de se achar o ó do bobó de camarão, uma das razões pelas quais deixei de seguir o seu Twitter.

    E sobre o GP Brasil passado, a análise de FG esquece uma coisa importantíssima: o SC foi uma das principais razões que impediram RB de ganhar os preciosos segundos q necessitava para chegar bem ao primeiro pit-stop.

  30. Gil Queiroz disse:

    Para Sidewinder: amigo, o que eu quis dizer com ‘não deve ser lembrado’ foi em sentido metafórico, ou seja, não utilizar isso como ideologia de vida ou apreciar coisas do nazismo, temos que desprezar qualquer ideia relativa ao nazismo, combatê-lo no dia-a-dia, esclarecer as pessoas que ainda não sabem o que foi isso. Abraço.
    Para Mauricio: concordo contigo que faz sentido sim, penso a mesmíssima coisa. Tanto que já vi gente ‘iniciada’ comentar que o Rubinho (não sei de quando a quando, ou se ainda é assim) não consegue usar os dois pés simultaneamente (acelerador no direito e freio no esquerdo), ou seja, acelera, tira o pé, e vai para o freio, volta o pé para o acelerador. Isso para mim (se for mesmo verdade) faz ele perder preciosos milésimos por volta. Sobre o ritmo de prova é isso mesmo; lembra quando Xumarques tava 20 seg na frente de todo mundo e a TV buscava informação do Rubinho, ele tava em 4º, 5º, 6º, andando sozinho na pista, nem ficava colado nos outros carros inferiores?

  31. Paulo Mina disse:

    Esse é um ponto de vista que fez eu perdoar muitos manés que falavam merda após as corridas.
    Mas acho que as corridas ficarão mais previsíveis, se baniram o reabastecimento para cortar custos, porque não usam o mesmo sistema de reabastecimento da Nascar, aquele galão deve ser bem mais barato que essa bomba gigantesca da F1.

    Abraços

  32. Paulo Moraes disse:

    Que mané tiro no pé o que! é obvio q a maioria das ultrapassagens ocorrem nos bexes!! É 1000 vezes mais facil ultrapassar assim do q na pista, com slick ou não…

  33. mauricio disse:

    Concordo com o Gomes e o Capelli.
    Mas acho que há mais um fator com relação ao Barrichello.
    Sua grande qualidade como acertador de carros está diretamente relacionada a sua dificuldade de se adaptar a diferentes situação de carro/pista. Assim como a grande acuidade tátil de um deficiente visual.
    Barrichello só é rápido e competitivo se o carro estiver nas condições ideiais ao seu estilo de pilotagem. Ele precisou se tornar um bom acertador de carros para sobreviver no automobilismo.
    Porém, em corridas, os carros vão mudando sensivelmente e Barrichello não consegue adaptar sua pilotagen às novas condições, e nem tem como reconfigurar o carro. Por isso vai perdendo ritmo de corrida no decorrer das provas.
    Faz algum sentido?

  34. Fabio disse:

    só uma coisa a dizer, parabéns por este texto capelli… assim cala boca destas pessoas que acusam o rubinho sem mais nem menos, como sempre fazem, aff globo é um lixo sempre foi e vai continuar sendo !

  35. Raphael disse:

    Salve, Capelli

    Talvez o fim do reabastecimento possa recuperar a F1 do “tiro no pé” que foram os pneus lisos. Não quero condená-los e defender a volta dos pneus com ranhuras, mas o que se dizia era que os slicks iam facilitar as ultrapassagens. E o que se vê é que as corridas ainda têm mais estratégia do que braço. Ganham-se e perdem-se posições mais no pit do que na pista.

    Que venha 2010!

  36. Marco Toyota disse:

    Mas o desconhecimento da realidade ou a interpretação tendenciosa dos fatos não é privilégio dos telespectadores globais. Em outros blogs, eu vejo proliferar teorias conspiratórias absurdas e argumentações infantis de pessoas que se dizem “iniciadas” no assunto. Basta o sujeito ler um ou dois sites “estrangeiros” (geralmente o Autosport português e o Ás espanhol) e o cara acaba se achando a última fatia da mortadela.
    IMHO, ninguém é dono da verdade e estamos sempre aprendendo. Viva a internet, que permite que possamos aprender com a experiência alheia sem sairmos do nosso paddock-sofá, rsrsrsrs…

    SALVADOR COSTA, esse aprendizado dos pilotos seria crucial em outras épocas. Atualmente, com telemetria, engenheiro de pista, um batalhão de analistas e o rádio, o piloto só precisa de ouvidos e um rádio que funcione. Basta lembrar que problema com o rádio já foi desculpa de piloto prá terminar mal colocado em corridas passadas.

  37. Salvador Costa disse:

    Capelli, você não acha que o fim do reabastecimento vai ter um efeito maior que todas as alterações de regulamento já implementadas até agora? Que toda uma geração de pilotos vai ter que aprender a poupar combustível no início das corridas e administrar as reações do carro de muito pesado a muito leve?

  38. Lucas disse:

    Concordo com o texto do Capelli. Mas também quero colocar aqui um outro ponto. Se acompanharmos os acontecimentos da Fórmula 1 pelo que é publicado no site do GloboEsporte.com, encontraremos informações bem mais completas do que eles passam na TV – no tocante a notícias. O que eu quero dizer aqui com isso é o seguinte: desde que a Globo criou o seu portal na internet, as informações passadas na TV, não somente da Fórmula 1 como de outros esportes ficaram apenas superficiais. Eu acompanho a Fórmula 1 há pouquíssimo tempo, mas lembro-me muito bem de que o jornalismo da Globo dava muito mais importância à Formula 1 do que dá agora. No Jornal Nacional, por exemplo, havia mais notícias de Fórmula 1 do que há hoje. Lembro-me que em tempos de pré-temporada passavam até alguns flashes com notícias e novidades sobre a Fórmula 1 – tudo bem que passava de madrugada, mas passava. Hoje em dia quem quiser se manter por dentro da Fórmula 1, precisa recorrer à internet e ler notícias diárias sobre o esporte além de opiniões de quem realmente entende do assunto.

    Eu só passei a acompanhar a Fórmula 1 de verdade, corrida a corrida, a partir de 2006. De 2000 a 2005 eu assistia apenas o GP da Austrália – o primero GP da temporada, para conferir as novidades – e o GP do Brasil. E as informações que eu tinha naquela época eram apenas o que era falado durante as transmissões, que eu sempre encarei como verdades absolutas e achava que eram suficientes. A partir de 2006 eu passei a acompanhar todas as corridas e sentia uma necessidade de mais informações. Foi então que eu passei a acompanhar as notícias da internet e foi então que eu vi a quantidade de informações que a TV omitia. Quando eu comentava sobre a notícias com amigos que só acompanham a F1 pela TV as repostas não eram diferentes de “nossa, não sabia”, “jamais imaginei”, “eu achava que ainda eram assim…” e etc.

    Tudo isso leva a uma divisão de opiniões dos torcedores. Os que acompanham pela Globo têm uma idéia sobre o esporte. E os que acompanham pela internet têm uma opinião completamente diferente e num primeiro momento descobrem que o mundo da Formula 1 é inúmeras vezes mais amplo que o “mundinho” repassado pela TV. Uma pena.

  39. Emerson Pardo disse:

    Ano que vem será melhor? Tomara! http://tr.im/CIOk #F1

  40. A Fórmula do iniciados ou "Como a cobertura de #F1 da Globo é uma merda 2": http://is.gd/4wBcP

  41. HT @gabrielgeraldo: A Fórmula dos iniciados http://bit.ly/2O74k3

  42. Pablo disse:

    Aproveitando o assunto quero deixar aqui a minha opinião quanto à Sportv: lá o Lito Cavalcante consegue ser pior até que o galvão! Assistindo as provas de GP2 ele fala mal de todos os pilotos estrangeiros, mas quando é um piloto brasileiro, mesmo só fazendo barbeiragen como o Diego Nunes, aí é um piloto “em ascenção”! por favor, é ridículo!

    No linha de chegada dessa terça ele começou a falar mal do Roberg de tal modo que até o massa discurdou dele. E pro Lito só a opinião dele é a certa, todos os outros estão errados.

  43. Sidewinder disse:

    Muito bem observado, ELF_TL72. Não dá p’ra concordar com tudo o que o Flávio diz, mas não devemos ignorar todo o conhecimento que ele possui.
    Teve um blogueiro que até o chamou de nazista só pelo fato de haver um quadro de época com uma bandeira da Alemanha nazista, e que o nazismo deve ser esquecido.
    Como apreciador de História, acho que, tanto o nazismo como todas as atrocidades cometidas pelo homem jamais devem ser esquecidos, para se evitar de correr o risco de sempre sermos redundantes com as nossas próprias loucuras.
    O passado nos ensina o caminho p’ro futuro.

  44. ELF_TL72 disse:

    Poxa, gosto é gosto. Eu adoro carros, de qualquer época Tenho na minha coleção de miniaturas carros antigos e modernos. Meus preferidos são os fórmulas da década de 50, 60 e 70. Os Auto Union são muito bonitos e não acho que admirar “latas velhas” seja tosco. Isso não serve para medir o carater de ninguém e julgar alguém por isso acaba sendo uma falta de consideração com engenheiros, mecânicos e projetistas que contribuíram no passado para a evolução da tecnologia de hoje e, até mesmo, com os pilotos que arriscavam o pescoço nas corridas. Um povo que não respeita o passado, não tem muito futuro…

  45. Ylan Marcel disse:

    Concordo com o comentário acima, sobre o Gomes. Honestamente, ficar admirando aquelas latas velhas da década de 30… É tosco, me parece forçado demais. Flávio Gomes tem conhecimento, mas prefere ser “o engraçadinho” ou o “não tô nem aí pra nada”. Ridículo…

  46. Marcio disse:

    Se me permitir vou acrescentar o mesmo q acrescentei no texto do FG.

    ” O BRASIL SERIA MELHOR SEM A GLOBO. “

  47. D.A.Alfenas disse:

    Excelente! Um dos melhores comentários sobre o que é a Formula-1 neste ano para o Brasil, melhor mesmo que o do FG. É normal ver pessoas que não entendem patavinas descerem o porrete no Rubinho “porque não vence”, “porque terminou lá atrás”. E certamente as transmissões da Globo são muito ruins, não importa se há uma segunda intenção por trás; tornando certo argumentos ruins do povão que podem “quotar” o galvão.
    Por exemplo, minha esposa não entende muito e pitaca sobre a qualidade do Rubens com a propriedade de um narrador da Globo!
    E que a Formula 1 seja mais simples de entender no próximo ano.

  48. Para Vitor (de Gil Queiroz) disse:

    Vitor, estou pouco me lixando para o que FG gosta ou curte do século passado, pois estamos discutindo F1 atual. Será que não tem outras coisas melhores para aquele otário se interessar? A questão é que ele fez questão que a bandeira nazista (que é outra coisa que nem deve ser lembrada) aparecesse atrás dele. Isso é analogia subliminar ao nazismo. Comprar Fuscas e carros da VW, Audi, Mercedes, não tem nada a ver com o nazismo em si. A bandeira sim, ela é parte do nazismo. Se o fusca tiver uma bandeira dessas, eu não compraria e certamente a a grande maioria no mundo também. FG é um desses caras que ficaram famosos por jogar em suas matérias “palavras de ordem, críticas ferrenhas a tudo e a todos” como se fosse dono da verdade. Ele não é, e ninguém é. Devemos respeitar as pessoas, os outros profissionais, criticar com ética, o que falta ao FG e sobra no Capelli, no Livio Oricchio, Carsughi, Celso Miranda, Reginaldo Leme (fora da Globo), Jean Balder, e até mesmo, o ‘louco’ Edgar Melo Filho.

  49. Juca Bala disse:

    Concordo em tudo que vc diz. Mas, não entendo como um piloto com o carro igual consegue fazer corridas como a de Buton, Hamilton e Vettel esse ano e a de Shumacher em 2006. Enquanto,em alguns casos, o companheiro simplesmente “pasta”.
    O Rubinho “pastou” muito, principalmente quando era companheiro do Alemão, eu penso que isso prejudicou muito a sua imagem. Ou seja não foi culpa unicamente do galvão.

  50. Luiz Eduard disse:

    Como disseram ai a Globo gosta mesmo de sempre promover alguem.
    Lembram que no começo do ano as chamadas da Fórmula 1 só falavam do Massa e simplesmente ignoravam o Rubinho e o Piquet?

  51. Edgar Guediguian disse:

    Um comentarista que dá gosto ouvir é o Cláudio Carsughi, da Rádio Jovem Pan. Faz uma análise absotumente técnica, sem ufanismos.

  52. Diego Ribeiro disse:

    Caro Capelli, eu acho que mesmo sem o reabastecimento pro ano que vem, tenho mais tempo da Globo comentar , ela nunca vai ter uma transmissão de qualidade como as das emissoras de TV europeias, das Radios da Bandeirantes, porque ela so pensa em audiencia. eu digo que a globo não tem qualidade em suas transmissões, porque ela so fala e comenta sobre os pilotos brasileiros, e quando fala dos pilotos estrangeiros, em maioria das vezes e pra falar mau, apelidar como por exemplo o “Chinquene Ambulante” do Vileneuve, falar que os pilotos brasileiros são melhores do que eles e etc.

    Mesmo se a transmissão da globo melhorar, Vou continuar dando meu MUTE e ouvindo a transmissão da Band NEws, com o Dinei, Fabio Seixas, Alessandra Alves, Jan Balder e Luiz Fernando Ramos, porque ja sou mto fã das trasmissões deles, e gosto muito dos seus comentarios.

    • Capelli disse:

      Eu gosto muito da transmissão da Band News, a equipe é ótima. Mas tenho restrições quanto ao Odinei. Acho que ele força muito a barra, tanto quanto o Galvão.

  53. André disse:

    Voces se lembram como o Barrichello foi bem em 1993,ano de sua estreia na F1 e ultimo antes da já extinta reintrodução do reabastecimento feita em 1994?
    Barrichello é único piloto em atividade q já correu sem o reabastecimento.
    Isso poderá fazer a diferença.
    É bem provável q devido ao peso,todos larguem com pneus duros,pra poder ficar o máximo possível na pista.

    • Capelli disse:

      Sei não, André. A temporada de Barrichello em 1994, com reabastecimento, foi bem melhor que a de 1993. Acho que uma coisa não tem muito a ver com a outra.

  54. Guilherme (RJ) disse:

    O texto do Flávio Gomes é perfeito e melhor fica quando completado com o seu, Capelli.

    Quanto ao fim do reabastecimento gerar ou não problemas de ultrapassagem ou mostrar a verdade da corrida, porque não se usa essas duas opções na mesma corrida, como acontece atualmente, com uma simples modificação: Até a primeira metade da corrida, proibe-se o abastecimento, corre-se de tanque cheio, (isso já é possível e não precisaria aumentar o tanque do carro), na segunda parte libera-se o reabastecimento. Quem quiser pára apenas uma vez ou faz-se quantas paradas quiser. Teríamos classificação e início de corrida até a metade com todos os carros com mesmo peso. Na segunda metade, liberdade para todos pilotos e engenheiros, inclusive, modificarem suas estratégias. Basta abrir uma ‘janela’ de 2 voltas entre as duas metades da corrida para que os boxes não se transformem num caos e ocorram acidentes.

  55. Emmanuel disse:

    Acho que a Globo mistura as coisas, a gente que assiste mistura tb e falamos bobagens. Dizer que o Barrichello se influenciou pela mídia e tomou rumos errados na carreira tudo bem. Mesmo assim a Globo o tenta vender como campeão injustiçado. A Globo tenta vender o Massa como campeão em potencial. Não é o mais talentoso, mas pode ser campeão sime não é produto da mídia. Cresceu como piloto e vinha guiando muito. Como disseram num comentário acima, “a sensação estranha da Malásia” e a prova da Inglaterra foram momentos ruins de Felipe, mas de lá pra cá cresceu, disputou o título até a última volta de 2008 e mesmo com um carro de nível não muito bom fez boas corridas em 2009 como Silverstone, China e antes da Hungria conseguiu o único pódio da Ferrari até então. Se isso é ser produto da mídia, é um baita produto. Eu acho que a Globo apenas explora (de maneira errada) o potencial do Massa, assim como fez com Barrichello e nenhum dos dois é do naipe de Senna.
    Bom queria saber da galera das antigas se o tratamento ao Piquet Pai era o mesmo dado ao Senna nas transmissões? Eu comecei a acompanhar a F1 em 1988 então peguei o auge da era Senna e o fim do Piquet. Acho tola a idéia de que só a Globo criou o mito Senna, já que o cara mesmo não tendo a metade dos títulos de Schumacher, é comparado ao alemão não só no Brasil gerando discussoes ferrenhas com vantagens para um lado e para outro muitas vezes.

    • Capelli disse:

      O tratamento era diferente, sim. Senna sempre recebeu uma atenção acima da média logo nos primeiros anos. Há uma corrida emblemática em 1984, se não me engano, no Canadá. Piquet larga na pole, Senna lá atrás, e Galvão só fala do Senna o tempo todo.

  56. Vitor disse:

    Capelli, concordo com tudo o que você escreveu, e também com o que o Flavio escreveu, mas você não acha que mesmo sem reabastecimentos ainda haverá problemas de compreensão dos acontecimentos da corrida?
    Por exemplo, como os carros começarão a corrida com quantidades enormes de combustível, que será gasto durante a corrida, a distribuição de peso dos carros também pode mudar muito durante a disputa, o que causará diferenças de desempenho nos carros, além da sua capacidade de utilização dos pneus com eficiência.
    Será que alguém tentará explicar isso? Ou falarão que o piloto “amarelou”, ou foi sabotado, ou alguma dessas teorias ridículas.
    Aliás, Gil Queiroz, o Flavio é um grande fã dos carros Auto Union (se é que você sabe o que isso é) da década de 30. Estes foram construídos na Alemanha nazista, portanto competiam pela bandeira nazista, que era a da Alemanha na época. Veja que há uma bandeira Britânica acima dela. Isso não quer dizer que ele pense qualquer coisa sobre o nazismo, até porque, se significasse, todas 21 milhões de pessoas que compraram Fuscas seriam nazistas, visto que o carro foi encomendado e tem o seu estilo final com a participação do PRÓPRIO Hitler.

  57. Jader disse:

    MUTE ON!!!!!!!!!

  58. Lauro Tentardini disse:

    só por elogiar um asno como Flávio Gomes não li o resto do post.

  59. Também acredito que a transmissão podia ser mais informativa, e tanto por reportagens quanto pela narração. E a grande maioria dos erros acredito que nem seria o caso de se ver a cronometragem em tempo real. Apenas de se assistir com atenção, e observar as legendas, se consegue um leitura suficiente para se saber de modo geral o que acontece. Mas fazer o que, é mais interessante botar repórter pra correr atrás de piloto pra “secar” do que produzir algum conteúdo. Essas gracinhas acabam enchendo o saco. Vamos ver a Copa ano que vem, já estou vendo comentário SMS de jogador que não foi pra Copa por lesão, gato mestre, réporter no intervalo do jogo na casa da vó do Dunga…

  60. Leonardo Borges disse:

    Concordo realmente com voce , capelli é verdade, acompanho a formula 1 a 9, anos quando tinha 12 , vi rubens ganhar na alemanha , mas , só a partir de 2002 que passei acomapnhar mais de perto a F1 , e relamente acreditava em tudo que galvão dizia , depois de 2005 pra ca quando passei a usar internet pra me informar mais sobre a F1 , vi o quanto eu tava atrasado com relação a F1, tem corrida onde pra defender os pilotos brasileiros o galvão e reginaldo fazem calculo de quantos Kg de combustivél o carro perde por volta , e quntos segundos o piloto “deveria ganhar ou perder” durante uma corrida , vejam o Gp da alemanha de 2008 pra ver os absurdos que eles dizem…

  61. Rafael Pestana disse:

    Parabéns Capelli, concordo com você quando diz que o texto do FG é definitivo sobre está relação Barrichello-Galvão-Globo. É uma pena, pois como já comentaram outros acima, a imagem do piloto é usada e abusada e o grande perdedor será ele mesmo, porque daqui a 30 anos o senso comum se lembrará de Rubens como um profissional medíocre, será fadado ao esquecimento. Quando isto acontecer é que eu quero ver se a Globo vai comprar o barulho e esgatar a imagem dele.

    Além disso, Rubens foi só o primeiro. Galvão é praticamente um senhor feudal na Globo. Já percebi que ele tem prioridade na narração esportiva (narra os melhores eventos de qq esporte). E também forma a “nova geração”. Quando o Luis Roberto apareceu era legal, mas agora está igual a ele! Arrrggghhh!!!

  62. Jonny'O disse:

    E é bom lembrar que o Rubens perdeu a posição para o Kubica por estar encaixotado no meio de varios carros ,independente do segundo jogo de pneus estar bom ou não ,naquele momento não havia como defender o segundo lugar.

  63. Gusz disse:

    Melhor que a tecla MUTE seria apertar a tecla SAP e ter disponível apenas o som ambiente, e essa idéia vale não só pra F1 como pra futebol, olimpíadas, etc… Isso sim seria demais, apenas o som dos motores, derrapadas e torcida…Mas é mais fácil a Globo falir do que oferecer este grande serviço aos telespectadores aficcionados que tem muito mais conhecimento que os medíocres narradores globais.

  64. MarcosS disse:

    Não vi se alguém já comentou, mas, não sei ainda se sem reabastecimento o tanque cheio vai ser suficiente para terminar a corrida, ou será como no final dos anos 80, quando, em algum momento da prova o piloto tinha que aliviar o pé do acerador para não ficar sem gasosa (Keke Rosberg que “gostava” dessa parte). Tenho medo que com pesos iguais, pilotos e equipes tenham mais uma desculpa para a falta de ultrapassagens, que aliás já foi bem pior.

  65. http://bit.ly/3rK2mL – ótima visão sobre a transmissão da F1 e da GLB… via blog do Capelli)

  66. Silvia disse:

    “Todo mundo vai largar com o mesmo peso de combustível, então não haverá mais uma diferença brutal de performance entre carros em momentos da prova”

    Se mesmo com essa diferença hoje em dia não há muitas ultrapassagens como que vai ser com todo mundo igualzinho e os mais rápidos largando na frente dos mais lentos sempre? Se não cair a obrigatoriedade da troca de pneus acho que a F1 vai ficar mais enfadonha do que hoje, concorda?

  67. Érico disse:

    Flávio Gomes é um chorão rabujento. Fim de papo.

  68. Davi Ribeiro disse:

    OK, Ok. Vai melhorar o entendimento para o pessoal que não tem um conhecimento profundo de Fórmula 1. Mas, acharia mais interessante a manutenção do reabastecimento. Gera mais mudanças, proporciona diferentes estratégias, faz com que um carro que não é tão bom assim, fique momentos à frente – mesmo que seja para ganhar pontos com o patrocinador – e atrapalhe a estratégia de um carro melhor.
    Se sempre ganhasse o melhor, que graça teria? Creio que vai perder muito do inesperado, das surpresas que venham ocorrer numa corrida. A corrida vai ficar bem desenhada desde o início. Pra que assistir então? Perguntaria um leigo.
    Acho que seria mais interessante dar informações detalhadas de como funciona a coisa, passar para o telespectador a real idéia do que e porque está acontecendo do que buscar uma solução simplista, mas igualmente sem graça.

  69. Legal o blog do Capelli. A F1 vai c + compreensível para os simplistas: http://bit.ly/3rK2mL E o Top 5 do Fogo na F1: http://bit.ly/bjSZQ

  70. Junior disse:

    Capelli

    É muito bom ter blogs como o seu e o do Flavio Gomes que trazem o outro lado de uma corrida
    de formula 1.
    Não sou um expert em atuomobilismo, entao..confesso que acreditava sempre nas afirmações da globo…durante uma corrida…
    Hoje….com toda a irformação que sem tem na internet, devidamente filtrada e claro, você consegue ver o quanto é enganado pela transmissão da Tv .

    Abraços

  71. Mattos disse:

    Eu não acho q o regulamento de 2010 vai melhorar as corridas. Vai ficar mais chato, quem fizer a pole será o mais rápido, vai largar na frente e nada mais vai acontecer. Em poucos anos vamos ver gente querendo a volta do reabastecimento. Isso já aconteceu, o reabastecimento voltou, agora é vilão. Tenho repedido isso por aí.. É verdade, todos vão entender melhor a corrida, todos vão saber logo na largada quem vai ganhar…

  72. Gabriel de Amorim disse:

    Seguinte, realmente a F1 dos abastecimentos é um pouco complicada. Mas poderia ser muito mais fácil se não tivessem de congelar os carros do treino classificatório até a largada. Assim, os pilotos se classificariam com o mínimo de combustível e largariam mais ou menos dentro da mesma faixa de peso. Outra coisa que nunca engoli direito foi essa de se ter de usar 2 compostos de pneus. Qual a finalidade disso??? Ao invés, tanto melhor seria se tivéssemos mais fornecedores de pneus. Realmente, enquanto você tenta analisar a corrida no olho – nem sempre estou com o PC ligado pra acompanhar o Live Timming, ouvir o narrador “muy Bueno” vomitar toneladas de besteira é complicado…

    Abraços!!!

  73. Eduardo Casola Filho disse:

    Acho que você tocou num ponto interessante. Os ufanismos globais realmente dificultam o ponto de vista de quem começa a assistir e a verdade que a categoria hoje realmente é complicada de assistir para quem está por fora, e realmete o botão mute tem feito a diferença para quem tem outros meios de assistir.

  74. Com o acidente de Senna, a Globo empurrou literalmente um heroismo em Barrichello principalmente para não perder a audiência conquistada, querendo ou não, por Senna. Assim como já falaram acima, a Globo fala algo que ele não é. Não que ele não possa ser capaz de fazer, mas pelas condições que arrudeia Rubinho. E a isso nunca vai mudar Rubinho não vai ser o ultimo. No futebol ele snõ cansam de inventar apelidos para Ronaldo, Luiz Fabiano Kaká, enfim.

    Rubinho é um bom piloto, sou fã dele e o defendo das pessoas que são iludidas por um idiota que é Galvão. Por mim ficavam apenas Reginaldo e Burti, apenas com os dados tecnicos, que são realmente importantes.

  75. Pois é… Pior q n tem outra opção pra assistir F1, aguenta a m**** da Globo!! RT @VSAIKI: @amarelou Leia essa também: http://bit.ly/23hYfa

  76. Gil Queiroz disse:

    Capelli, posso até não concordar com seus textos, em parte ou no todo (apesar que eu concordo com grande maioria), mas eles são leves, objetivos, interessantes de ler, a leitura flui facilmente, parabéns. Agora, Flavio Gomes é um porre, cara. E o pior é que tem um monte de cérebros-lavados seguidores daquele pseudo-jornalista. Ele me barrou no seu anti-spam só porque, como muitos já falaram aqui, não concordamos com as sandices que ele rotineiramente escreve e ficamos puxando seu saco. Aliás, galera FG não é só pró-comunista, Fidel, Chavez, Kim-Jon-il não, é também adepto do nazismo. Quer ver, acesse: http://esporte.ig.com.br/grandepremio/formula1/2009/10/14/video+flavio+gomes+diz+que+massa+nao+tera+problema+com+alonso+na+ferrari+8834055.html. Observem a bandeira nazista no quadro atrás dele. Sujeitinho tapado, deplorável e ainda acha que pode criticar os outros.

  77. Social comments and analytics for this post…

    This post was mentioned on Twitter by ivancapelli: Tentando colaborar com o post de @flaviogomes69 : a F1 e seu regulamento que a transforma num esporte para “iniciados”. http://bit.ly/3i4yIn

  78. Diego Couto disse:

    Apesar de já ter dado no saco ler o Flávio Gomes, que só quer saber de ser contra a Globo e contra todos ultimamente, li essa coluna e concordo com ele e com o Capelli. As transmissões deixam muito a desejar. Não é raro me ver diante da TV dizendo “putz, o Galvão errou de novo” quando algo está pra acontecer na corrida e ele prevê algo diferente.

    E é difícil conversar com alguém que acha que sabe de F1, a ponto de acreditar que piloto de verdade ganha até montado num jegue, e que o Barrichello é uma tragédia porque não ganha com o “melhor carro”. Todo mundo com quem conversei na segunda veio dizer que “o Rubinho decepcionou de novo”. E a partir disso, defendo 2 pontos:

    1- A performance do conjunto piloto/carro é produto de uma equação muito complexa que envolve talento, motivação, condição física, acerto do carro, condições climáticas, características da pista, estratégia, desgaste de material, sorte e mais uma centena de variáveis! E para os “iniciados”, estava claro quando foi divulgado o peso dos carros, bem antes da corrida, que Barrichello não tinha o melhor conjunto e que pista seca ia dificultar muito sua vitória. Se chovesse, a coisa poderia ser diferente. Por isso não dá pra dizer que Rubens decepcionou, fez até um trabalho decente diante das dificuldades que teve.

    2- Barrichello não é mal piloto. Na verdade é muito bom, só não é genial. Se fosse ruim não estaria a quase 17 anos na F1. E só no Brasil existe essa má fama, fora daqui ele é muito respeitado. E por nomes como Eddie Jordan, Jackie Stewart e Ross Brawn, que outrora elaborava estratégias para favorecer Schumacher, foi buscar em Rubens a experiência que precisava para desenvolver seus carros este ano.

    É uma pena que, por causa da forma errada de se difundir o esporte, muitos tenham uma visão distorcida da F1 e não tenham a oportunidade de apreciar o automobilismo como ele é de verdade, feito de inteligência e paixão.

    Abraço a todos.

  79. Josele Garza disse:

    Pior não é isso: é ver a Globo teimar em insistir do jeito como eles chamam os pilotos novatos: Jaime Alguersuero (!!!!) e o Sebastian Grosjean!!!!! Tá vendo que tá errado e ainda assim teimam em falar isso, e achar que tem razão.
    O Luciano do Valle na IRL também não fica atrás: é Bryan Riscoe, Daniqui Patchick (só faltou falar que ela é uma moça muito chique!!!!), Dom Wheldon, Ryan Hunter Rahal… dá pra fazer um campeonato de pilotos que não existem…

  80. Rommel disse:

    Quanto ao post concordo em gênero, número e grau. Perfeito. Já quanto alguns comentários, umas observações a se fazer:

    - Falar mau do Galvão já virou moda, como muitas da internet. É certo que o mesmo as vezes fala muita bobagem mass assistir Fórmula 1 sem a narração dele com certeza não é a mesma coisa (Cléber Machado ARGH!). Ele consegue passar uma emoção que narrador algum iguala. A narração da vitória do Massa em Interlagos em 2006 por exemplo é espetacular, quem não lembra pode conferir no youtube.

    - Não foi Galvão que fez Senna, foi o próprio Ayrton que venceu corridas e campeonatos, algumas de forma impossivel conforme um belo post publicado neste blog pelo Capelli, e conquistou definitavemte o torcedor apaixonado por F1. O fato de Senna ser venerado pelo mundo, principalmente no Japão, prova isso pois lá, claro, ninguem assiste corrida com Galvão Bueno. Então para o comentário imbecil do tal Rodolfo, minha total reprovação.

    - Admiro o Barrichello por sua perseverança mas o mesmo teve que carregar toda a esperança do torcedor brasileiro após a morte de Senna e isso acabou influenciando de forma muito negativa sua carreira. O problema é que o brasileiro tem o péssimo hábito de fazer piada com o que não deve e parece sentir prazer de atacar a integridade das pessoas ( Pânico e Cassetas e Planetas da vida como um ótimo exemplo)…

    Aguardo ancioso o campeonato de 2010. Fim do reabastecimento, Alonso e Massa na Ferrari, novas e equipes e, quem sabe, Senna e de Grassi. A temporada 2010 promete!!

  81. Rodrigo Rocha disse:

    Capelli mais uma vez genial, cada vez mais meu ídolo no jornalismo automobilistico…hehehe

  82. Felipe Fugazi disse:

    Capelli, já faz tempo que eu assisto aos GP’s sem áudio, é uma pena não poder ouvir o som dos motores.
    Mas é a unica saída para alguém que deseja apenas ficar 1 hora e meia na frente da TV e ver uma corrida de automóveis, independente da nacionalidade de quem está na frente.
    Sem distorções, sem ufanismo, sem blá blá blá.

  83. Ceres Miranda disse:

    RT @ivancapelli: a F1 e seu regulamento que a transforma num esporte para "iniciados" – http://bit.ly/3i4yIn

  84. Rafael disse:

    Muito boa sua analise, apenas um detalhe eu mudaria no texto pra nao causar confusão

    No ultimo paragrafo onde tu fala “Todo mundo vai classificar com o carro leve…” foi redundante ja que em seguida tu fala “Todo mundo vai largar com o mesmo peso…”
    Quer dizer a primeira parte eh reduntante e o mais correto seria substituir a palavra “leve” pela palavra “mesmo peso”, ou “com combustivel nescessário para terminar a corrida”.

  85. Luiz Rogério Alvarenga disse:

    Capelli, apenas para participar.

    Eu prefiro que o povo seja educado e inteligente para compreender um esporte. E não que tudo fique burro para o povo entender! Daqui a pouco vão querer fechar o congresso e o judiciário pois é muito difícil do povo enteder três poderes!

    Leio sempre seu blog, apesar de nem sempre concordar.

  86. Ylan Marcel disse:

    Parabéns, Capelli, por essa reflexão. Também pensei nisso conversando sobre a prova com amigos e familiares que mal assistem automobilismo. Um amigo ficou me perguntando pq o Rubinho não conseguiu abrir se largou mais leve. Foi um parto eu fazer ele entender que a diferença de apenas quatro voltas para Webber não seria suficiente para ser tão mais ligeiro. Mas com a volta do brasileiro à pista com 30 voltas de gasosa e com o australiano a quatro do pit, aí sim é feita a diferença.
    Já meu irmão falou com meu pai que a vitória do Rubinho era certa, pq o brasileiro abriu na frente. Ele disse que era só seguir na frente e ir embora. Fica difícil debater automobilismo com leigos nessa era de reabastecimento. O povo simplesmente não consegue perceber a diferença de parar na volta 21 para parar na volta 22. Acham que dá no mesmo.
    Já vai tarde esse negócio de reabastecimento.

  87. João disse:

    Dio mio, quanta gente mal humorada.

    Anti-Globos, anti-Galvãos, anti-Sennas e anti-Massas, eu costumava reclamar do “narrador oficial” até assistir a umas provas pela SporTV. Se vocês acham que o Galvão fala bobagem, valoriza demais os pilotos brasileiros ou simplesmente não presta atenção na corrida, precisam conhecer o comentarista Lito Cavalcanti.

    Voltei com o rabinho no meio das pernas. É um chute no saco.

  88. Marcelo Valente disse:

    Costumo assistir a transmissao da BBC acompanhando o live timing da FIA. Concordo que seja dificil interpretar o que realmente esta acontecendo na pista mesmo com esse recurso, mas eh preciso dizer que a transmissao da BBC as vezes omite acontecimentos importantes tambem. Alem disso eh possivel perceber muito claramente comentarios favoraveis a pilotos ingleses e o contrario em relacao a pilotos de outras nacionalidades feitos de forma tendenciosa.

    Apesar dos problemas que citei acima, prefiro a transmissao da emissora inglesa por ser muito mais informativa, explorar muito mais os aspectos tecnicos e humanos da Formula 1, e trazer algumas coisas consideradas sem importancia pela emissora brasileira, tal como a entrevista dos pilotos apos a corrida, durante a qual eh possivel saber diretamente dos pilotos os problemas que eles enfrentaram ao longo da prova, eliminando duvidas e “achismos” tao comuns a todos que acompanham a Formula 1 e que tem como consequencia, por exemplo, fazem de Rubens Barrichello motivo de piada no Brasil, mesmo sendo um piloto respeitadissimo fora dele.

    Mesmo a “torcida” pelos pilotos ingleses nas transmissoes da BBC nao eh colocada de forma tao exagerada quanto a Globo faz, e a atuacao de outros pilotos eh reconhecida e avaliada de forma mais imparcial ao final das provas.

    E por ultimo, nas transmissoes da BBC a equipe Red Bull Racing eh chamada de “Red Bull”, e a Scuderia Toro Rosso de “Toro Rosso”. E nao de RBR e STR, o que para alguns pode ser um detalhe, mas considero uma afronta a inteligencia do telespectador. Ou sera que quando alguem esta assistindo a corrida e aparece um carro com um logotipo estampado Red Bull o fato do narrador dizer RBR faz o telespectador pensar em melancias ao inves da bebida energetica?

  89. Antônio Pires disse:

    O Flávio Gomes é o autêntico comunista de boutique. Ele ganha dinheiro com a F1 (quer coisa mais capitalista que isso?), tem coleção de carros, fuma Marlboro e se diz fã do Fidel, sem nunca ter pisado na periferia de Havana. Parei de ler o blog dele há tempos, depois que percebi o que o colega comentou acima: ele só publica os comentários de quem fala bem dele, coisa que ele deve ter aprendido com o Fidel ou com Chávez.
    Aqui no blog do Capelli não tem nada disso. Inclusive, os “posts” aqui são só sobre corridas, e não sobre viagens pessoais, baboseiras e ode ao PT.
    Até,
    Antônio.

  90. luiz alberto disse:

    Realmente automobilismo não é para torcedor,pois toda torcida do mundo não coloca nada de técnica a mais para o piloto,nem um cavalo a mais no motor e muito menos aumenta a capacidade de frenagem do carro.Só o conhecedor consegue entender uma corrida se ser pacheco. E o conhecimento só vem com o tempo,e ouvindo opinião de que entende sem estar limitado pela paixão.E o Sr. Rodolfo parece não entender absolutamente nada do esporte , não ter a mente aberta para adquirir conhecimento técnico. e ainda falar que carro era o melhor da época,é desconhecer completamente o assunto.

  91. Eduardo Miler disse:

    Capelli, tbm achei otimo o post do FG. Mas vc fez repercutiu e completou com muita propiedade…Achei otimo e concordo plenamente…Concordo tbm qdo vc diz que o Barichello não ganharia, e caso não tivesse problema com os pneus, chegaria no maximo em segundo na frente do kubica… Não precisa nem assistir no “mute”, basta que tirem o Xatão Bueno…Acho o Barichello um grande piloto e sou fã incondicional do cara e a partir de hoje seu tbm…Parabens pelo post…Abs

  92. Pablo disse:

    Bom texto Capelli! Pode anexar esse junto ao do Flavio Gomes!
    Quanto a midia global distorcer tudo (Senna, Barrichello e as corridas em geral) não se esqueçam do Massa que pra mim é um produto da midia, a Globo pinta o Felipe como se ele fosse algo que ele não é! Aumenta demais e joga as besteiras que ele faz pra debaixo do tapete como a “sensação estranha” na Malasia e a corrida de Silverstone do ano passado… e o povão só malha o Rubinho que não faz bizonhices como o Felipe “Globo” Massa faz…

  93. ELF_TL72 disse:

    Beatle Ed foi perfeito em sua colocação. A imagem do Barrichello no Brasil foi para o vinagre porque o Galvão quis criar um novo Senna. Mas o Rubinho também tem culpa por acreditar no Galvão ou, pelo menos, não desmenti-lo. O Barrichello para mim é mais ou menos como a H2Oh! Se você encara aquilo como refrigeirante, é uma m…, sem gás, e de gosto bem chocho. Agora, se você acha que aquilo é água, até que vem com bastante gás e com um gosto de limão de brinde.
    Rubinho, comparado com gênios do automobilismo, não serve para limpar o box. Mas se comparado aos pilotos medianos, dentre eles é um dos melhores.
    Faltou ao Rubinho um pouco de simancol e também aprender a não se levar tanto a sério.
    Acho que por não saber ou não querer acreditar que não era tão bom quanto o Galvão berrava, não lembro de ter visto ele simplesmente dizer : “Gente, não deu, não fui tão bem.” Virou um explicador de derrotas, como disse o Tas. A culpa era sempre dos outros ou do equipamento, nunca dele. Quando isso resultou numa imagem de chorão, ficou irritado. Ao invés de entrar na onda e rir da própria cara, gerando mais simpatia com o público, optou por fazer birra e se fazer mais ainda de coitado. Foi o maior tiro no pé.
    Resumindo: Barrichello só não é bem visto por causa da propaganda enganosa do Galvão Bueno. Se o tivesse sido vendido como “água gaseificada com leve sabor de limão” ao invés de o ter alardeado como um “refrigeirante”, todo mundo engoliria o Rubinho. Erro de estratégia também encampado pelo dono da marca, ou seja, o próprio Barrichello.
    Quanto ao Senna, não entendo essa birra de alguns com ele. Em vários países do mundo ele é tido como um dos maiores de todos os tempos, e a Globo não é responsável por isso, já que não era o Galvão quem narrava para outros lugares do mundo. Quem achava o Senna fantástico fora daqui tirou suas próprias conclusões. E muitos admiradores eram pilotos e ex-pilotos de ponta. Estariam eles enganados pela propaganda enganosa também?

  94. Iron disse:

    Não gosto do Flávio Gomes. Acho ele um cara aborrecido, um tanto quanto mauricinho e “por cima da carne seca”. O seu comentário, no entanto, é muito bom. Concordo em grau, número e gênero. De fato eu defendo isso a anos e ninguém comenta a minha idéia de que o Rubinho é o nosso Patrick Tambay ou Gerhard Berger, ou seja, o cara que ganhou grandes prêmios mas não tinha força suficiente para ganhar o campeonato. Barrichello, na minha opinião, é envolvido pela emissora que transmite a F1 como um herói natural que deve sempre cumprir sua missão de satisfazer o público com vitórias e títulos. Na medida em que isso não acontece, ele é classificado como medíocre, ridículo ou mesmo um imbecíl. Para mim, deveria haver um movimento entre os fãs da F1 que pediriam a saída do Rubens da categoria porque ele recebe uma pressão desumana naquele lugar. Além disso, acho que isso possa atingir a sua família, especialmente os filhos, porque brincadeiras do tipo “Ruizinho Barrichelo” ou “Burrinho Barriquebra” podem soar engraçadas, mas como ficam seus os familliares diante dessa humilhação coletiva. Acho que esta atitude do Rubens de continuar arriscando o pescoço naqueles carros perigosos pode em parte ser atribuída a uma obsessão relacionada a essa malhação coletiva que os brasileiros tanto gostam de fazer para eles esquecerem das suas próprias mediocridades. Afinal de contas temos muitas coisas positivas porém outras são muito decepcionantes neste país a começar pela grande mídia.

  95. Pacheco disse:

    O blogueiro oficial Flávio Gomes foi bem na sua coluna. Mas acho que não é só “culpa da Globo”. A maioria das pessoas não assiste F-1 mesmo. Quem acorda cedo de domingo? Quem fica acordado até às 4 da manhã para ver as corridas de madrugada? Deve haver mais pessoas assistindo o GP do Brasil por ser à tarde.
    O problema é que os seguidores do blogueiro oficial já têm a mente tão lavada quanto os que acompanham só pela Globo. Essa história mesmo do câmbio emperrado em sexta em 91. Não é invenção do Galvão porque ele nem percebeu isso na corrida. Meu pai gritava em casa “ele não troca de marcha!”, e o Galvão nem o ouviu! hehe E os amantes do Flávio Gomes querem a todo custo dizer que o Senna era uma merda e que foi o Galvão que o inventou… em suma, nem tudo o que sai da esfera prateada é mentira, como nem tudo é verdade. Não se pode exagerar para quaisquer dois lados.
    Agora, você tem razão. Automobilismo é um esporte complexo para se entender, com ou sem reabastecimento. Não é acaso que se precise de umas 40 câmeras para cobrir o evento, enquanto bastaria 1 para cobrir o futebol.

  96. um fato importante é o Felipe Massa quando participava como (incrível título) “Comentarista SMS” sempre fazia a leitura correta de tudo da transmissão da TV!!!!

  97. Sonho em um dia assistir a uma corrida de Fórmula 1 pela televisão sem qualquer narração, com apenas o som dos carros e o GC da transmissão oficial.
    O Galvão fala muita “borracha”, mas ouvir a transmissão por rádio, deixando a televisão no modo mudo, torna-se complicado em razão do “delay” imposto às emissoras radiofônicas pela FOM.
    Além desse problema, o som da corrida pela rádio não é tão interessante quanto na transmissão pela TV, mesmo com o “é, amigo” falando por cima, principalmente para aquele amante do automobilismo que gosta do “pacote completo” de imagem e som.
    Aliás, dou meus parabéns para quem consegue assistir à imagem da transmissão pela TV e ouvir ao mesmo tempo a narração do mesmo evento via rádio.
    É uma pena porque esse meu sonho numa se concretizará, pois a Globo (e isso vale também para o Sportv) jamais permitirá que o som puro e imaculado da transmissão chegue diretamente aos nossos televisores.
    É a minha opinião.
    Abraço a todos.

  98. Adriano Santi disse:

    Na transmissão da corrida feita pela BBC os comentaristas (David Coulthard e Eddie Jordan, equipe de peso) falaram como a torcida no Brasil é forte e passaram um clip do Galvão narrando o último setor da volta da pole, dizendo “vejam como é o equivalente Brasileiro de Jonathan Legard”. Legard é o narrador da BBC, e Martin Brundle seria seu Reginaldo Leme. Tenho gravado em casa, vou ver se dá pra por no YouTube depois.

  99. Beatle Ed disse:

    Na ocasião da morte de Ayrton Senna e a surpreendente comoção nacional na qual esse triste episódio se transformou parecia óbvio para alguns setores da TV Globo que Barrichello fosse alçado ao posto de “herdeiro” e criou-se essa exagerada impressão.

    Até então Rubens Barrichello, assim como Christian Fittipaldi eram apenas os “meninos” no fundo do grid.

    Na minha opinião o maior culpado e a maior vítima dessa expectativa de triunfos, resultados e vitórias fomentada em demasia e a imensa frustração que invariavelmente se segue é o próprio Rubens.

    Ele sempre compactuou com a criação desse círculo vicioso.

    Basta ver esse ano, Rubens que nunca chegou a ameaçar de fato a liderança de Button no campeonato ainda assim insistiu no velho discurso de que seria campeão e etc…

    Domingo à noite já havia um horda aos berros pelos blogs do mundo clamando por justiça e acusando Ross Brawn de ter sabotado o “Heroi Nacional”.

  100. Rodolfo disse:

    Porque será que quando o mesmo comportamento acontecia e o ASS era exaltado, ninguem vinha a publico falar do ufanismo e patriotismo exarcebado do Galvão Bueno e da Globo???
    De 84 a 94, Galvão Bueno transformou o ASS em extra classe, um mito, acima do bem e do mal simplesmente por ser seu grande amigo. Era um grande piloto? sim, mas não o primor exagerado que se pinta por ai, como a lenda da sexta marcha em interlagos 91. Por isso que conversar com viuvas, ops, torcedores do ASS é extremamente chato e contraproducente. Ai vc diz para os torcedores de butique da globo que a o cara ganhava sempre com o melhor carro disparado eles ficam bravinhos…
    Enfim… Campanha “aperte o mute para o galvão!!!”

    • Capelli disse:

      Não é por nada não, mas o Ayrton realmente ganhou o GP do Brasil só com a sexta marcha. O áudio e o vídeo de câmera onboard dele nas últimas voltas provam isso, com ou sem Galvão Bueno. Na transmissão da BBC, James Hunt citou o que estava acontecendo durante a transmissão. Na França, Patrick Tambay também fez a mesma observação. Isso não é lenda.

      Sobre os exageros do Galvão: sim, eles vêm desde aquela época. Só que, naquele tempo, ele só aumentava e o esporte era mais fácil de acompanhar. Hoje, no meio da salada toda que são os pit stops, a coisa ficou bem pior, porque ficou mais fácil fazer a leitura que se quer da prova.

  101. Wagner Nagy disse:

    Perfeito!!! Aquela mala do Galvão Bueno não deixa o Reginaldo Leme dar a informação sobre a real situação da corrida, interrompe, muda o assunto, corrige (de forma errada), etc. O Reginaldo, boa gente, educado e funcionário da Globo, evita o confronto.
    Quem falou para o Mala do Galvão Bueno que narração de F1 exige ficar falando como um papagaio a corrida toda (nem que seja bobagem)?
    Perdi as contas de quantas vezes o Mala do Galvão simplesmente confundiu os pilotos de uma equipe e narrou que fulano estava na frente ou atrás, quando a realidade era outra.

    Por falar em tradução do que o piloto fala no rádio, o Fabio Seixas traduz melhor (mais preciso), mais rápido.

  102. Luiz Eduard disse:

    Como muitos já disseram a Globo não divulga a Formula 1. Só pelas chamadas dos intervalos comerciais e matérias de 1 minuto em telejornais ou programas esportivo.
    A Globo ficou 3 horas no ar e não tinha uma matéria para colocar no ar. Se ela se preocupasse em passar algum programa para informar os torcedores, como acontece no exterior antes das corridas, informando os telespectadores assuntos interessantes sobre a categoria até mesmo históricamente, ia ter gente querendo ver o programa e a corrida só para mostrar que sabe mais que o outro na mesa do boteco.

  103. João Ota disse:

    Legal o post Capelli. Realmente a Fórmula 1 até agora era para quem acompanhava, e eu já estive na situação de ter que explicar durante corridas para amigos o que estava realmente acontecendo…
    Vc prefere F1 com “mute” ou sem? Será que assim é “bom para Barrichello”?? :D

  104. Ahe disse:

    Excelente artigo. Acho frustrante ver uma corrida e realmente não saber quem está na frente. “Ele está na frente porque ainda não fez seu pit stop” e tal. Espero ano que vem poder realmente ficar só no live timing e na tv com mute. =D

  105. Rodrigo (odabeb) disse:

    Capelli, isso me lembra (acho que) Nürbugring, em 2006. “É Alonso, você passou três com facilidade, agora aí na sua frente é o heptacampeão mundial”. Em duas curvas, passou o Alemão. Alguns minutos depois, Alonso abria de sete a oito segundos por volta do Schumacher. E nada do Galvão falar. 1 minuto na frente! E nada! O cara só foi abrir a boca quando os dois apareceram no mesmo enquadramento na telinha da TV. “Amigô, o que você vai ver agora é uma coisa de outro mundo. O Alonso vai colocar uma volta no Schumacher, acredite se quiser”. Se por ventura Alonso parasse antes de botar a volta, os sete segundos por volta passariam batido! E era em cima do Schumacher!!! É fióda!

  106. Arnold disse:

    Favor anexar esse texto junto ao do Flávio Gomes. :)

  107. Tempest disse:

    Mas vou só comentar pq infelizmente li o artigo do Sr. Flávio Gomes. E como lá ele não publica comentários de quem não lhe puxe o saco, vou publicar aqui.
    Primeiramente, Barrichello tinha chances de vencer sim. É só darmos uma olhada na belíssima corrida que fez Jenson Button, e que com uma parada a menos que Rubes (no caso, a troca do pneu furado), ficou apenas a 29 segundos do líder. Isso largando em 14º (ok, passando pra 9º na primeira volta), mas ficando muitas voltas atrás de Kobayashi. A Globo errou em não divulgar que Barrichello voltaria em 3º ou 4º, mas bastava Barrichello se acertar com os outros dois jogos de pneus, e a vitória não seria impossível.
    E Barrichello é azarado no Brasil. Fato. O seu melhor resultado foi um 3º lugar com uma Ferrari, o mesmo que Mauricio Gugelmin com uma March. Não dá para comparar né? Ainda mais considerando que Rubens correu 17 vezes o GP Brasil. Ou alguma vez vcs já viram um piloto sair correndo para pegar o carro reserva, faltando poucos minutos?
    Como sempre, o senhor Flávio Gomes fica fazendo suas picuinhas com a Rede Globo, tentando dar uma de jornalista analítico anti-capitalista/imperialista, em vez de se dedicar a escrever sobre corridas.

    • Capelli disse:

      Tempest, penso o contrário. Barrichello não venceria o GP do Brasil de forma alguma. O que acho é que, caso tivesse se acertado com o segundo jogo de pneus e não tivesse o pneu furado, não perderia a posição para Kubica e chegaria em segundo. A Red Bull estava sobrando e Webber ganharia de toda forma.

  108. Jonas Martins disse:

    Realmente, as transmissões da Globo deixam muito a desejar. O Galvão Bueno erra demais, troca o nome dos pilotos, não entende as situações de pista, comete muitos erros na largada, mas o maior problema é ficar torcendo pra algum brasileiro. Eu amo automobilismo, assisto até corrida de carroça, e não preciso que haja algum brasileiro correndo para que eu assista sempre. Esse talvez seja o grande defeito da transmissão atual. Quem assiste F-1 assiste sempre, o público já é cativo e fiel, basta ver os acessos em qualquer site e blog nacional do assunto. E as coisas tendem a piorar na verdade, pois Lucas Di Grassi e Bruno Senna devem correr ano que vem, imaginem o que o Galvão não vai pirar em cima dos dois? Se o Senna entrar na Campos provavelmente vai brigar pra andar no meião, e teremos que ficar ouvindo besteiras sobre a primeira vitória de um Senna depois de 16 anos…

  109. Tempest disse:

    Sorry Capelli, parei de ler em “Flávio Gomes”.

  110. Fabricio Stein disse:

    Sonho em assistir a uma corrida de F1 com a tecla SAP, só escutando o som da “corrida”, sem ninguem falando.

  111. Ever Rupel disse:

    concordo…assimo embaixo!
    e
    “…E nesse novo mundo, quem sabe, o sonho de muito telespectador de assistir uma corrida inteira no “mute” poderá se realizar.” ahahahahahhaah D+!!!

  112. hahahaha
    “Sonho de assistir uma corrida no mute” foi DEZ =D

    []s,

  113. Edisonlsm disse:

    Primeiramente, valeu Zago por fazer a pergunta que eu tanto queria ouvir e valeu Capelli por respondê-la ;)

    Mas é meio estranho continuar valendo essa regra, queria ver algum piloto completar uma corrida sem pit-stop (Mas não seria possível né? O pneu não aguentaria ou aguentaria?)

    Sobre o texto, realmente é verdade. Para alguém que não entende estratégia de pneu/peso, pro cara largar em 1º e chegar em 4º é sinal de que ele é ruim…

    Porém, acredito que haverá uma melhora, mas com o esquema de pneu duro/macio valendo ainda, isso pode complicar um pouco a cabeça do telespectador.

    A propósito, você prefere a F1 com ou sem reabastecimento?

  114. valter disse:

    Lembro quando foi implantado o reabastecimento na F1 e Piquet tirava vantagem da inovação: Galvão berrava, aliás naquela época ele já berrava muito, dizendo que era a “pimenta que faltava ao tempero da F1″. Quanta besteira Galvão já disse ao longo desses anos todos como o narrador oficial da Globo e vai continuar, queiram ou não, por vários anos. A solução foi citada: tecla mute.

  115. Leonardo disse:

    Realmente voce tem razão. Considero-me um “iniciado”, pois acompanho a categoria há mais de 20 anos…. porém nunca tive hábito de ligar o computador durante a corrida para acompanhar a cronometragem. Confesso que tenho sentido essa necessidade, mas ainda não me rendi a ela. Em certas corridas fico desorientado e sem entender o que acontece. O Galvão, Leme e companhia parece que ficam desatentos a vários detalhes, e a compreensão da corrida fica prejudicada.

  116. Robson disse:

    Outra coisa também é a mania de muitos brasileiros de só se interessarem por esportes quando há um conterrâneo com possibilidade de vitória: vide tênis, iatismo, hipismo e mesmo vôlei ou basquete. Assistem um jogo e começam a dar opiniões como se fossem experts no assunto.

  117. Fabricio Cecilio disse:

    O ex-piloto que o Thiago citou no post acima fica limitado à traduzir o que é falado via rádio entre piloto e box e a repetir o que dizem o narrador e o comentarista.Quem lê a coluna do reginaldo Leme sabe que ele entende muito mais de F1 do que aparece nas transmissões da Globo, que são claramente manipuladas para sempre passar pro telespectador a impressão de que um brasileiro está sempre muito próximo do pódio.E vamos torcer para que no ano que vem possamos realmente ver as corridas no MUTE, porque com certeza se as regras serão novas, a transmissão com certeza não será!

  118. Zago disse:

    Capelli, uma dúvida que ninguém soube me esclarecer até agora: com o fim do reabastecimento, os pilotos ainda terão que usar os dois jogos de pneus durante uma corrida?

    Porque, se esta regra também for (ou fosse) abolida, as corridas terão novamente a variável de um piloto não trocar os pneus e tentar ganhar posições.

  119. E como eu gostaria disso. Perfeita sua analise. Entretanto, a própria Globo poderia corrigir isso, pois ela tem um ex-piloto como um de seus comentaristas e poderia trabalhar e analisar este tipo de informação mais rapidamente. Talvez se cedessem mais espaço para ele durante as transmissões do que apenas traduzir chamadas no rádio, seria melhor.

  120. [...] This post was mentioned on Twitter by Capelli and Alê Salvador, J Daniel Neves Neto. J Daniel Neves Neto said: Mais sobre Rubinho e a Globo RT @ivancapelli a F1 e seu regulamento que a transforma num esporte para "iniciados". http://bit.ly/3i4yIn [...]

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>