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17 de fevereiro de 2012 - 14:05Análises, Automobilismo, Curiosidades, História

Ocaso italiano

Já são seis anos sem vitórias, quase 60 sem um título mundial, e desde hoje, nenhum representante na Fórmula 1. Jarno Trulli foi dispensado pela Caterham para dar lugar a Vitaly Petrov, fazendo com que pela primeira vez desde 1970 uma temporada da categoria se inicie sem um representante da Itália no grid. Porém, naquele e nos anos seguintes houve participações, ainda que irregulares, de pilotos do país, com Andrea de Adamich, Nani Galli e Arturo Merzario fazendo corridas esporádicas. A última vez que uma prova não teve nenhum italiano inscrito foi em 1973, no GP da Alemanha.

A explicação para este declínio dos pilotos da Itália na Fórmula 1 não é simples, nem tenho a pretensão de fazê-lo. A crise econômica europeia influencia, a bagunça do automobilismo local (parecido com o que ocorre no Brasil) também, e até mesmo a Ferrari contribui para o cenário desolador. Sim, sinônimo de F1 na Itália é a Ferrari, e não seus pilotos. Todos são vistos pela torcida como coadjuvantes de um espetáculo rosso. Emblemático sinal disso foi o aplauso enlouquecido dos tifosi quando Riccardo Patrese, italiano, bateu nas últimas voltas enquanto liderava o GP de San Marino de 1983. Era um piloto local, mas a torcida não estava nem aí. O importante era aplaudir o novo líder, o francês Patrick Tambay, a bordo de uma Ferrari. O próprio Patrese revelou que aquele evento deixou cicatrizes profundas em sua relação com a torcida de sua terra. Os pilotos locais vivem sob a eterna e enorme sombra do cavalo rampante. Não deve ser fácil.

Mas o fato inegável é que o automobilismo italiano não se renova, e já há algum tempo. Desde o final dos anos 90, mais precisamente 1997, a representação do país na categoria se deveu praticamente às figuras de Giancarlo Fisichella e Jarno Trulli. De lá pra cá, nenhum piloto conseguiu se firmar: Giorgio Pantano, Gianmaria Bruni e Vitantonio Liuzzi. Simplesmente não houve renovação. Fisichella se aposentou em 2009, Trulli foi aposentado hoje. E a F1 acabou para pilotos italianos.

A esperança de um retorno ao grid ainda este ano pode ser Davide Valsecchi. Já testou na Fórmula 1 pela própria Caterham e será companheiro de Felipe Nasr na equipe DAMS na GP2 este ano. Porém, já está há quatro anos na categoria e vive a época do “vai ou racha”. Pode ganhar e decolar na carreira, ou pode ficar pelo caminho, como Lucca Filippi.

A participação de algum deles nem que seja em uma prova neste ano é a esperança italiana para evitar um vexame histórico. Nunca, desde o início da categoria em 1950, uma temporada inteira de Fórmula 1 se passou sem que um italiano tenha disputado ao menos uma prova. E, ao que tudo indica, em 2012 será a primeira vez.

SOBRE TRULLI

Falando do piloto, não há muito o que lamentar sobre sua saída. Trulli estava fazendo hora extra na F1 há algum tempo, desde 2005, mais especificamente. É um bom piloto, viveu uma boa fase na Renault em 2004 quando superou Alonso, mas sua carreira desandou desde que brigou com Flavio Briatore e foi se exilar na Toyota. Ficou cinco anos lá, um brilhareco aqui e outro acolá, mas nunca mais pareceu ser capaz de levar um time ao topo. Ganhou sobrevida na Lotus-Caterham, por mais tempo até do que merecia.

Para a Caterham, trocar Trulli por Petrov não muda grande coisa. Mas há vantagens: o russo traz dinheiro e é mais jovem que o italiano. Mas dificilmente, nas pistas, fará mais do que Trulli. Dá na mesma.

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comentários

27 comentários

  1. Felipe Goltz disse:

    A saída – não chamarei de “despedida”, porque além de ridículo, não foi algo desejado – de Jarno Trulli da Formula 1 conseguiu ser pior que a de Rubens Barrichello: pela porta dos fundos, com o agravante de ter sido confirmado pela Caterham em 2012 para, logo em seguida, ser despejado do time. Despejado pelo bom Vitaly Petrov, que não é nenhuma virtuose, mas logrou um excelente terceiro lugar em Melbourne/2011, uma pista difícil, diga-se. Como disse, o russo é bom, esforçado, tem talento e vontade de ficar na categoria por muito tempo. Não só de rublos, dólares, reais ou euros vive a F1. Por mais dinheiro que tivesse, Petrov só seria contratado pela Caterham se convencesse a equipe que entende do riscado. Pena que o carro da Caterham para 2012, que se livrou daquele imbroglio judicial medonho envolvendo o nome Lotus, é fraquinho. Para o russo, isto pouco importa. Para quem nem tinha uma vaga há até poucos dias, correr é lucro. Em tempo de guerra, urubu é frango.

  2. Luis Vieira disse:

    Não que eu ache o automobilismo brasileiro um exemplo a ser seguido de formação de pilotos para o mundo, longe disso! Mas esse artigo serve para mostrar que além de ficar só descendo a lenha no automobilismo de nosso pais, dê antes uma olhadinha ao lado. Vai ser que nem tudo fora daqui é um mar de rosas e eficiencia.

  3. Lucas R disse:

    “Fora da Fórmula 1, Trulli revela antigo convite para ser titular da Ferrari.
    Em entrevista a uma revista italiana, piloto diz que Jean Todt, ex-dirigente da equipe, fez a proposta quando ele defendia a Toyota, entre 2004 e 2007.”

    Continua em: http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2012/02/fora-da-formula-1-trulli-revela-antigo-convite-para-ser-titular-da-ferrari.html

  4. Jorge Valenzuela disse:

    Petrov + Chandok + Maldonado + Brunno $enna = (+ DINHEIRO – TALENTO)

  5. Alan Bicke disse:

    …e o pior é que o Brasil está no mesmo caminho !!! Após o Massa e o Bruno $enna, não temos mais ninguém. Ai, vão dizer que tem o Flipe Nasr. Infelizmente, ele vai ter de entrar na disputa por uma vaga como fez o B. $enna. Os tempos são outros. Não é mais como antigamente, em que só o talento abria portas. Hoje a vaga na Fórmula 1 é muito mais disputada e os custos são muito maiores. Para entrar, às vezes, o dinheiro fala mais que o talento.

  6. Amarildo Gallo disse:

    Como disse o Piquet, tem de estar no lugar certo e na hora certa. E essa regra também vale para os pilotos fora de série. Na F1 moderna, se pilota mais a tecnologia do que o carro, e a tecnologia é grana! Isso, não permite que os extraordinários apareçam como antes. Se o piloto não tiver sorte é automaticamente excluido do circuito com o tempo, se arrastando, como é o caso do Trulli.

  7. Daniel Ramos disse:

    Acho interessante essa decadência do Automobilismo na Itália e no Brasil,dois locais que tiveram pilotos fantásticos,que conquistaram vários títulos,e parece que ninguém mais lembra desse histórico.É uma pena a Itália não ter mais pilotos na F1 ou pra ir na F1.
    O Brasil tá numa situação melhor,já que ainda temos o Felipe Massa e o Bruno Senna,além do Felipe Nasr que têm um belo futuro pela a frente,e têm alguns lá na World Series by Renault como o César Ramos,que é um cara que já testou na Ferrari em 2008,e em outros campeonatos,mas para por aí,por que as categorias de base brasileiras muito poucos estão enviando pilotos pra fora,mas espero que a Fórmula Futuro(que dizem que agora vai virar Fórmula Fiat) envie bons pilotos pra a Europa,e que temos um futuro nos monopostos,é a única luz no fim do túnel e se ela se apagar,estaremos perdidos.

  8. Ton disse:

    É, o Brontochello já foi, agora foi o Pterotulli, quer dizer que os dinos da f1 estão morrendo.
    Para o Tiranoschumi Rex vai ser preciso um meteoro do tamanho dos seus 7 títulos mundiais e com a mesma massa de todos os seus récordes, só que não existe nada no universo assim então ele só vai embora quando quizer.

  9. Victor disse:

    Capelli, poderia contar um pouco da historia da proibição do automobilismo na Suiça? Abraços.

  10. Augusto Andrade disse:

    E o santo do Flávio Briatore deve ser forte mesmo… todo mundo que briga com ele se ferra na F1, até quem tem razão!

  11. Marcelo disse:

    A Formula 1 devia dar um troféu exclusivo para o Rubinho, Trulli e Patrese!!!

    *Troféu é uma recompensa por uma façanha específica, que serve posteriormente como prova ou reconhecimento do mérito pela realização dessa façanha.

    Ahhhhhhhh verdade, os três aí em cima merecem!!!

    No pódio:
    1º lugar, Rubens Barrichello com 326 GPs!!!
    Prêmio: Troféu-grande de maior coçador de saco da Formula 1!

    2º lugar, Jarno Trulli com 256 GPs!!!
    Prêmio: Troféu-médio de maior coçador de saco da Formula 1!

    3º lugar Ricardo Patrese, com 256 GPs!!!
    Prêmio: Troféu-pequeno de maior coçador de saco da Formula 1!

    Não vi esses três fazerem porra nenhuma na Formula 1, nenhum deles fez “A DIFERENÇA” na pista. Foram bons pilotos-limitados, como centenas que passaram na F1…

  12. Marcelo disse:

    Ops..9 títulos a Alemanha tem na F1…

  13. Marcelo disse:

    Os torcedores italianos não ligam muito para piloto italiano na F1. A prioridade fica toda mesmo pra equipe Ferrari, abaixo o GP de IMO 83 quando Patrese bateu e Tambay venceu de Ferrari.

    Riccardo Patrese takes the lead at Imola 1983 and then…
    http://www.youtube.com/watch?v=84iUOQhVQHY

    E os tifosis foram categóricos, melhor ver uma Ferrari vencendo dentro da Itália com um francês ao volante, que um piloto italiano dentro de um carro inglês.

    Abaixo, o fanatismo pela Ferrari, para Alonso palmas e gritos, para Button e Vettel sobram as vaias…rs
    GP Monza 2011(muito engraçado)
    http://www.youtube.com/watch?v=l3QrTqt_4-k&feature=player_embedded

    No GP abaixo, Senna liderava fácil, mas não poupou equipamento e o motor acabou explodindo. Os tifosis foram ao delírio, Prost vinha atrás e tinha a torcida a favor, motivo disso? Ele ia correr pela Ferrari em 1990, reparem a festa atrás do carro do brasileiro.
    GP Italia, Monza 1989 Ritiro di Senna
    http://www.youtube.com/watch?v=-CthAq81jKc

    Um ano antes, Senna também liderava, mas se envolveu em uma pixotada com retardatário, os tifosis fizeram a festa, atrás vinham a dulpa da Ferrari, Berger e Alboreto.
    Ayrton Senna retired from the race – Monza 1988
    http://www.youtube.com/watch?v=F5cI0P7tr-M

    A mentalidade do torcedor europeu é completamente diferente da pachecada no Brasil. A Ferrari é uma obra prima da engenharia que representa toda a Itália, e os europeu valorizam muito esse lado técnico(marcas). O égo entre eles também é muito forte, existe um grande respeito, mas por ex: jamais a mídia inglêsa vai colocar um piloto alemão como o melhor de todos os tempos, sempre vão buscar um de fora. Mesmo caso acontece entre franceses e italianos, já no caso das marcas cada um puxa a sardinha para seu lado.

    No Brasil a mentalidade é do tempo das cavernas, a pachecada gosta de formar “herois”, aqui o que vale é “endeusar” meia-dúzia de pessoas, caso de Pelé, Xuxa, A.Senna, Ivete Sangalo, etc…

    Enquanto eles(europeus), se preocupam em dominar o mundo com sua maravilhas sobre rodas, o Brasil prefere valorizar apenas um, pode ser esportista, ator cantor etc… Se a equipe Copersucar fosse campeã e Emerson vice, ninguém ia dar bola. Agora, imagina o peso que teria uma equipe brasileira vencendo um mundial de construtores lá na casa dos europeus.

    A Alemanha ficou décadas sem um grande piloto, os últimos pilotos de peso foram Rudolf Carracciola e Bernd Rosemeyer, isso no século passado, na F1 poucos pilotos alemães se destacaram, o que mais chegou perto do título foi Wolfgang von Trips(acabou morrendo no GP de Monza 1961), morreram também 14 torcedores.

    Wolfgang von Trips, Monza 1961 (extended footage)
    http://www.youtube.com/watch?v=w0-9Mls-5E0

    Depois disso, os alemães se preocuparam mais em investir no lado técnico, a BMW entrou na F1 com um forte motor turbo, com ele Piquet foi campeão em 83, a Prosche dominou com a Mclaren em 84/85/86. No finalzinho dos anos 80 a Mercedes teve a idéia de apoiar jovens talento nas categorias de base. Schumacher, Frentzen e Wendlinger foram os escolhidos.

    Abaixo uma história legal sobre o assunto.
    http://michaelschumacher.wordpress.com/category/karl-wendlinger/

    Curioso, Schumacher não gosta de correr em carros de turismo, porque não dá para ver o desgaste dos pneus, o homem é foda mesmo!

    O resto todos já sabem, Schumacher dominou uma época ganhando 5 títulos, mas a Alemanha não DORMIU em berço esplêndido com o sucesso do alemão. Continuou investir em seus pilotos de base, hoje eles dominam o grid na F1, e o melhor, tem um fiel representante para substituir Schumacher, e Rosberg é outro que só precisa de carro para vencer, assim como Schumacher(esse melhorou a forma em 2011).

    Poucos perceberam, a Alemanha esta dominado a F1, já tem motor forte brigando por vitórias e títulos, com tanto sucesso a Mercedes decidiu voltar como equipe, e nas últimas 18 temporadas, os alemães levaram nada menos que 9 títulos de pilotos, e já somam:

    8 – Títulos
    124 – Vitórias
    109 – Pole positions
    109 – Fastests laps
    276 – Podiums

    Alemão é fudidaço, antes só se preocupava com a parte de engenharia(isso fez evoluir ao extremo seus carros de rua: Porsche, BMW, Mercedes), mas quando decidiram investir pra valer em seus pilotos, vitórias e títulos começaram a brotar. Não vai ser fácil parar essa máquina de guerra alemã na Formula 1. Os ingleses devem estar roxos de raiva, poucos sabem, mas existe uma “rixa” entre Alemanha e Inglaterra pela supremacia do esporte a motor, a disputa entre eles é acirrada. Tanto que, a pachacada(inglesa), da FIA tentou mudar o regulamento em 2011, justamente no GP da Inglaterra(era uma forma de favorecer Lewis e Button), ao mesmo tempo tentar impedir mais um título alemão, não deu certo, Vettel foi campeão.

    A cartolagem inglesa já tinha tentado ferrar Schumacher no GP da Inglaterra em 94, fez isso pra favorecer D.Hill(Schumacher tinha ultrapassado Hill na volta de…apresentação!!! Tenha dó). Fizeram um baita “carnaval na corrida e depois, Schumacher foi duramente punido em 2 corridas, fora a desclassificação na ING. O alemão esperou até a último GP pra dar o troco, e o fez com muita razão! A guerra em 1994 na F1 passou a ser entre países…poucos perceberam.

    Agora, já pensou se a Mercedes acerta no carro, e Schumacher e Nico brigam por pódios em 2012? Não seria irreal acontecer de Vettel, Schumacher e Rosberg se encontrar no pódio.

    Aí o Galvão e a pachecada expodem de raiva!!! Fazer o que, se a Alemanha investiu nas categorias de base, então, merecem colher os frutos…

    Pelo menos o Eike deu uma bola dentro, esta apoiando um jovem promissor nas categorias de base, Felipe Nars, esse chegou e convenceu, se tiver apoio, pode se dar bem na F1, melhor Nars ficar bem longe da Globo e do Galvão, essa dupla só visa IBOPE. Se o piloto não corresponder, ele que se dane, vimos isso com Rubinho, pra ferrar mais a Globo liberou o quadro “Rubinho pé de chinelo” no Classeta & Planeta, isso em 1998, antes de Rubens ir para a Ferrari. Rubinho também deu muuuuuita bola pra R.Globo, ele sempre gostou de uma bajulação, caiu no oba-oba de ser o novo salvador da pátria…deu tudo errado!

    A formula pra Itália voltar a ter pilotos na F1 é investir como fez a Alemanha, não existe almoço grátis…

  14. Sandro disse:

    E no dia que o Brasil não tiver nenhum piloto na F-1?
    (San Marino 1982 foi a última vez que não teve um piloto brazuca…)

    • Ricardo Homero disse:

      Well.. eu acho que é 2013; E essa é minha opinião desde 2010. Ano que vem (Salvo um meteoro cair na terra na forma de umas boas vitórias para aquele que corre na escuderia vermelha.. ) vamos ter que torcer todos pro .. hum… Perez :D

  15. O piloto que não ganha nada fica vulnerável, seja ele velho ou novo, e em breve o nosso Felipe Massa sairá da Ferrari desvalorizado procurando uma vaga na F1, e deixando a categoria de portas fechadas assim como Rubens Barrichello.

  16. Laysson disse:

    E a categoria vai se renovando. Aos poucos vai perdendo suas ligações com os anos 90 e se enxendo de pilotos mais jovens. Creio que só o Schumacher e o de la Rosa ainda possuem essa ligação com a referida década.

    A considerar que equipes como HRT e Marussia acabam sofrendo constantes mudanças em suas cadeiras, é bem capaz de botarem algum italiano por lá. Até mesmo na Lotus onde Boullier e Cia, sempre mostraram uma certa impaciência com seus pilotos pode haver algo. Só que pra entrar, a concorrência ta grande, então é mais provável que, sem grana, será a primeira temporada sem a participação de um italiano em algum ponto do campeonato.

  17. [...] tenha sido em 2004, quando superou Alonso na Renault. Concordo com o Capelli, que disse em seu blog que o italiano estava fazendo [...]

  18. @BetoPatux disse:

    “Nunca, desde o início da categoria em 1950, uma temporada inteira de Fórmula 1 se passou sem que um italiano tenha disputado ao menos uma prova.”

    Capelli, apesar de constar o nome do Tino Brambilla na listagem de pilotos participantes da temporada de 1969, ele não largou (DNS).
    Considera-se que ele participou do GP mesmo assim!?

  19. Em 69 nenhum italiano correu efetivamente pela F1, também. Pelo menos não em prova: o Tino Brambilla até ia correr no GP de Monza, mas não iniciou a prova e foi substituído pelo Pedro Rodríguez (que chegou em 6°, marcando pontos). No texto não deixa isso claro, apesar de ressaltar logo no início que desde 1970 tinha sempre um italiano lá. Mas em outra parte diz isso: “Nunca, desde o início da categoria em 1950, uma temporada inteira de Fórmula 1 se passou sem que um italiano tenha disputado ao menos uma prova. E, ao que tudo indica, em 2012 será a primeira vez.”

  20. Felipe Fugazi disse:

    Italianos no grid não vai haver nenhum, apenas pilotos “Oriundi” como Massa e Senna e Ricciardo e quem sabe Bianchi – com esse nome duvido que não tenha um antepassado Italiano.

  21. Fco Monte disse:

    Já vai tarde…

    Arrojo ou irresponsabilidade?
    Jogou Kubica para fora no Canadá naquele acidente horrivel.

    Mesmo sendo retardatário, dificulta as ultrapassagens de forma ridícula e irresponsável.

  22. Gerhard Berger disse:

    Trulli, assim como Barrichello, Schumacher, Webber e de LaRosa já deviam ter saído da F1.
    Nada contra eles, mas é que estão arrastando a carreira, sem resultados expressivos, há muito tempo.

    Espero que Jarno e todos os citados, deêm uma nova direção á suas vidas e vão buscar novos desafios.

  23. André França disse:

    É, tá mais fácil o Valentino Rossi vir pra F1 pra Itália ter sucesso na F1 =P

  24. Georgy Diniz disse:

    Sinceramente… Se com bons pilotos ja acontece isso, pq não com o Trulli ?
    Ele nem deve pensar em ir para a Indy… Vai curtir a vida… Ou fica rico para voltar….

  25. Marcelonso disse:

    Capelli,

    Trulli já descia a ladeira há tempos…e como não colocava dinheiro, dançou.

    Mas o pior de tudo, é que a Italia pode ser o Brasil amanhã. Do jeito que vai o automobilismo brasileiro, em breve poderemos figurar entre os paises que um dia tiveram pilotos na F1…

    abs

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