MENU

13 de maio de 2012 - 11:28Análises, Automobilismo

A revolução chegou

Quem diria, a Williams voltou a vencer. Quem diria, o cara que conduziu a equipe a esta glória incerta foi Pastor Maldonado. Quem diria, um GP da Espanha foi emocionante. Quem diria, a FIA acertou.

Já vem de muitos anos um esforço da entidade em democratizar a Fórmula 1. Na primeira década do ano 2000 acentuou-se uma diferença que já vinha desde o final dos anos 80, da distância econômica entre as equipes de ponta e as médias. Orçamentos astronômicos estavam tornando a categoria inviável e a diferença entre chegar em 8º ou 1º estava na casa do meio bilhão de dólares. Alguma coisa precisava mudar.

A FIA tentou de tudo. Na ânsia de cortar custos e tornar a categoria mais emocionante, limitou carros, congelou motores, limitou testes, fez o diabo. Pouca coisa tinha funcionado, até que ano passado surgiu a ideia de embaralhar tudo com os compostos de pneus. A entidade sugeriu à Pirelli a fabricação de pneus imprevisíveis, e as coisas melhoraram um pouco em 2011. A Red Bull nadou de braçada, mas foi um campeonato com corridas bem divertidas. Mas em 2012, com a proibição dos difusores soprados e com pneus ainda mais malucos, a coisa engrenou. Me arrisco a dizer que é a temporada mais emocionante que já tive o prazer de acompanhar, e olha que estou nessa desde a metade dos anos 80.

A vitória da Williams hoje em Montmeló coroou o grande momento da Fórmula 1. Há pelo menos sete equipes brigando pela ponta e assim deve ser até o final do ano. Cinco delas já conseguiram, sendo pelo menos duas altamente improváveis: Mercedes (China) e Williams (Espanha). A Lotus, que vem muito bem, ainda não chegou lá, mas tem tudo para conseguir. Assim como a Sauber, que bateu na trave na Malásia e pode aprontar outra durante o campeonato.

O melhor de tudo: nenhuma dessas surpresas foi fortuita, um resultado que caiu no colo graças a um acidente múltiplo, uma chuva maluca ou um Safety Car fora de hora. As equipes “exóticas” ganharam porque estavam melhor naquela pista, ponto. É normal num campeonato a performance entre os times variarem de uma pista para outra, mas nem sempre isso reflete em troca de posições. Num campeonato com carros equilibrados como o de 2012, o reflexo é claro. Um décimo de segundo pra cá ou pra lá separa um piloto da pole ao 10º lugar.

Pelas características do traçado e pelo fato de ser a pista mais utilizada durante os testes de inverno, costuma-se dizer que o GP da Espanha é um termômetro do campeonato. Numa análise superficial, pode-se entender que este ano foi exceção. Mas não foi. A batida do campeonato é justamente a imprevisibilidade e a vitória espetacular de Maldonado com a Williams nos deu a medida. Com todo mundo embolado, quem for ligeiramente superior leva. E hoje Maldonado foi muito superior. Rompeu a barreira da vitória, provou que não é apenas um braço-duro que gasta o dinheiro da pátria para se divertir. Maldonado é piloto, e dos bons. E, a partir de hoje, não deve mais encontrar dificuldades para manter-se na Fórmula 1. Deixa de ser o patinho feio para virar um piloto desejado. Sabe andar na frente, é rápido, poupa pneus, defende posição, anda rápido e é cauteloso quando necessário. Vitória maiúscula de um piloto que amadureceu.

A Fórmula 1, o público e o esporte agradecem.

Comentários do Facebook

comentários

51 comentários

  1. roberto vitor disse:

    Pastor maldonado venceu para nunca mais vencer!

  2. roberto vitor disse:

    PASTOR VENCEU PARA NUNCA MAIS VENCER!!!

  3. ROBINSON GOMES disse:

    Olá, q o campeonato está divirtido é verdade, mas vamos ver até vai continuar isso né, vamos ser bem sincero só está assim por único e exclusivamente motivo os “pneus” q tornarem praticamente um loteria as corridas, todos falaram do testes q ocorreram em mugelo(italia), e e vcs perceberam q os carros q andaram melhor nessa corrida foram justamente os q testaram na italia, ferrari, willians e renault, bom seria se não precisa toda essa manobra nos pneus para tornarem as corridas mais divertidas, pois como o proprio schumi falou, estão em cima de casca de ovos.hehehe. (robinson-cvel-pr)

  4. Luiz Ronaldo disse:

    O que esse carro tem que o de 2011 não tinha é, além de um caminhão de dinheiro da PDVSA, Embratel, OGX, etc. um motor, de carro, e não de cortador de grama.

    Quanto ao Maldonado. Grande pilotagem. Estava inspirado. Bravo. Mas ainda não consegui apagar a má impressão da GP2 e do ano passado que tenho dele. Vamos ver se o cara está mesmo amadurecendo ou se foi só um lampejo de talento em um carro muito bem adaptado à pista.

  5. Chinaski disse:

    Cara, você escreve bem demais! Baita comentário. Reflete perfeitamente a corrida e o momento atual da F1.
    Parabéns pela sensatez e ironia, que não foi o caso neste, mas tá sempre por aí na medida certa.

  6. Fernando Cruz disse:

    Pois, também se pode dizer que faltou piloto, é uma forma de simplificar. Mas faltam 15 GP.s e o Bruno tem muitas corridas para voltar às boas exibições da Malásia e da China, mas com resultados ainda melhores, sempre que o carro for tão bom como foi em Espanha nas mãos do venezuelano. E agora, sempre que conseguir bater o Maldonado a sua cotação também vai subir, pois bate um piloto que foi capaz de bater Alonso e Raikkonen com uma Williams que não ganhava há 8 anos.

  7. Fernando Cruz disse:

    Foi mesmo uma vitória épica mas Maldonado já tinha dado antes sinais de que era muito rápido, faz lembrar o Montoya, anterior vencedor ao volante de um Williams. Tal como o colombiano, Maldonado por vezes deitava fora pontos importantes por ter a cabeça quente. Agora venceu com todo o mérito. Relativamente a Bruno Senna tem a vantagem de estar na equipa há um ano e estar sempre no carro, enquanto o colega perde o FP1 em quase todos os fins de semana de GP. Por aqui se vê o quanto o Bruno foi prejudicado por ter chegado à F1 em má altura, perdendo três anos sem uma época normal. Tinha resultados para entrar em 2009 mas a Honda saiu e deixou-o apeado. Teria entrado nesse ano, muito antes de Maldonado e muitos outros e estaria agora muito mais desenvolvido. O Bruno pode precisar de uma segunda temporada na Williams (como o Maldonado) para chegar ao nível que o venezuelano mostrou agora e se assim for não vai ter tempo.

  8. sergio alencar disse:

    infelizmente virou pura mamelada e triste que f1 esta assim.

  9. Sandro disse:

    Capelli posso estar me equivocando mais este que esse carro que deu vitória ontem ao Maldonado tem um ano de evolução com nosso brasileiro Barrichello…. tudo vem desde o ano passado !!!!

  10. Allan disse:

    Maldonado já era bota. Ano passado tivesse a Williams esse pacote, certamente ele – e Rubens – teriam subido ao pódio. É uma pena pro azarado Barrichello que justamente quando a equipe tem um bom pacote o mesmo esteja assistindo de binóculo. Bruno, como eu já disse, é razoável, mas vai ser massacrado por Pastor.

  11. elton disse:

    Como escrevi no blog do Gomes, será que ninguém pensou em “marmelada”? A Willians não é um carro ruim, mas para vender corridas acho demais nesta hora. Com os 70 anos do Frank eu creio que o Bernie deu um “carteiraço” e botou o Maldonado na frente. Aconteceu muito parecido com a vitória do Alonso, nesta caso ao contrário. Quando o Perez podia ganhar a corrida acabou segurando o carro. Em Barcelona o Alonso chegou muito fácil no Maldonado e depois disso não tentou passar realmente e foi ficando para trás. Acho meio arranjado. Posso até exagerar, mas será que não tiraram o Hamilton da pole, pois podiam atrapalhar os planos???

    • Capelli disse:

      É, e depois tacaram fogo nos boxes para destruir as provas.

      Cada uma…

    • Bruno Bertolo disse:

      Marmelada dentro de uma equipe é possível, como já vimos. Agora uma marmelada dessas é extremamente improvável. Como conciliar os interesses de todas as equipes? Já se fala em novo racha do Pacto de Concórdia em razão de fatias de dinheiro. Imagina então se alguém vai querer favorecer a vitória alheia, cuja visibilidade proporcionada é mais do que evidente…

      No mais, o Hamilton mereceu ser punido. A McLaren já tinha feito isso no GP do Canadá em 2010 e alegou falha no carro. Em 2011 foi criado o regulamento que pune quem não chega ao parque fechado após a classificação, exatamente para evitar novos trambiques. Foi de um amadorismo gigante, sobretudo porque não precisava disso para conquistar a pole.

    • Sandro Marques disse:

      Cara, tenho que confessar que também pensei nisso. Parece perfeito demais.
      O curioso é que mesmo depois de todas as presepadas que já aprontaram na F1 ainda tem gente que ainda duvida.
      Pouco plausível? Muito provavelmente sim.
      Mas afinal quem manda em tudo não é o Bernie ?

    • marcello disse:

      pergunto-lhes: por que brasileiro tem mania de teoria da conspiração? Fala sério, o campeonato está equilibrado e quem entende como o nobre comentarista em seu texto brilhante, sempre percebeu que o venezuelano, terceiromundista, apoiado por um ditador é rápido, é um gênio não, não foi isso que fora dito, agora vir com teorias de conspiração com grandes equipes é bobagem… quem gosta de F1 observa, temos dois pilotos brasileiros que não são a última coca do deserto como foram Senna, Piquet, sinceramente, acho que o Senninha vai ser engolido pelo Maldonado “piloto pagante” mas que tem boas estatísticas ao seu lado, agora temos um campeonato com hamilton, button, alonso, schumacher, vettel, rosberg, paul di resta (piloto muito rápido), o mexicano etc… vai ser um dos melhores campeonatos dos últimos 30 anos

  12. R. CASAGRANDE disse:

    O Pastor nunca tinha sido coisa, mas agora pegou o jeito. Ele é arrojado, as vezes erra, mas consegue tirar do carro mais do que ele pode dar. E superou o Barrichello, de certa forma, em 2011, com mais cosistência em treinos, além de um sexto lugar em Monaco, que o Hamilton fez o favor de tirar dele. Mas o mais legal de tudo foi a vitória da Williams. O Frank é apaixonado pelo esporte, não desistiu quando a Williams despencou em 1998 e não desistiu depois de 2011, que foi terrível. Assim como Ron dennis, ele leva isso a sério, não é um aventureiro. Por isso, merece vencer.

  13. meyckon disse:

    parabens p willians maldonato mereceu,agora esse bruno senna para uma mulherzinha nao faz porra nenhuma depois fica pedindo vaga tchau ,felipe massa tambem ja era eu amo f1 mas vou tocer p aqueles q dao a vida pelo esporte

  14. MTP disse:

    As temporadas de 1982 e 1983, estatisticamente, foram as mais equilibradas até hoje. 2012 pode superá-las… vamos ver.

    1982- 11 vencedores diferentes em 16 corridas:
    África do Sul – Alain Prost – Renault
    Brasil – (na pista) Nelson Piquet – Brabham (desclassificado) – Alain Prost – Renault
    EUA-Oeste – Niki Lauda – McLaren
    San Marino – Didier Pironi – Ferrari
    Bélgica – John Watson – McLaren
    Mônaco – Riccardo Patrese – Brabham
    EUA- Detroit – John Watson – McLaren
    Canadá – Nelson Piquet – Brabham
    Holanda – Didier Pironi – Ferrari
    Inglaterra – Niki Lauda – McLaren
    França – Rene Arnôux – Renault
    Alemanha – Patrick Tambay – Ferrari
    Áustria – Elio de Angelis – Lotus
    Suíça – Keke Rosberg – Williams
    Itália – Rene Arnôux – Renault
    EUA-Las Vegas – Michele Alboreto – Tyrrell
    Campeão: Keke Rosberg – Williams – 44 pontos
    Vice: Didier Pironi – Ferrari e John Watson – McLaren – 39 pontos

    1983 – 7 vencedores diferentes em 15 corridas
    Brasil – Nelson Piquet – Brabham
    EUA-Oeste – John Watson – McLaren
    França – Alain Prost – Renault
    San Marino – Patrick Tambay – Ferrari
    Mônaco – Keke Rosberg – Williams
    Bélgica – Alain Prost – Renault
    EUA-Detroit – Michele Alboreto – Tyrrell
    Canadá – Rene Arnôux – Ferrari
    Inglaterra – Alain Prost – Renault
    Alemanha – Rene Arnôux – Ferrari
    Áustria – Alain Prost – Renault
    Holanda – Rene Arnôux – Ferrari
    Itália – Nelson Piquet – Brabham
    Europa – Nelson Piquet – Brabham
    África do Sul – Riccardo Patrese – Brabham
    Campeão: Nelson Piquet – Brabham – 59 pontos
    Vice: Alain Prost – Renault – 57 pontos

    1982 foi meio imprevisível, realmente, por causa da fragilidade dos turbos em muitas pistas (principalmente Renault e BMW- Brabham) e também porque a Ferrari perdeu Gilles Villeneuve e Didier Pironi (como destacado acima). Se não fosse isso, teriamos um duelo ferrarista até o final do ano.
    1983 já foi mais equilibrado porque os carros aspirados eram mais equilibrados nos circuitos travados e de rua. Nas pistas de alta, os carros da Ferrari, Renault e Brabham-BMW sobravam.
    Esse ano, até agora, não há ninguém sobrando. O mais regular leva e nessa pode dar Alonso ou Raikkonen…

  15. Jolteon disse:

    Só faltou dizer que em um campeonato tão bom e em uma corrida excelente, a performance dos brasileiros está pra lá de sofrível. Sem dúvida, é uma das temporadas mais apagadas para o país verde-amarelo. Deprimente.

  16. Viva Pastor Maldonado, Viva á Venezuela e Viva o Presidente Hugo Chavez.

  17. Leandro disse:

    Bela vitória do Pastor hoje. Ainda mais pela Williams, que desde 2004 vinha em jejum. Agora o Pastor é a “bola-da-vez” para o lugar do Massa?

  18. George McCrae disse:

    Ta parecido muito com a temporada de 1982, que foi a que teve mais pilotos vencedores (11) e Keke Rosbergfoi campeão com uma só vitória. Só que esta temporada foi ofuscada devido as mortes de Gilles Villeneuve e Riccardo Paletti e o acidente que encerrou a carreira de Didier Pironi.

    • eduardo teodoro da silva disse:

      1982 só foi equilibrado porque os turbos quebravam demais e a favorita Ferrari perdeu seus dois pilotos Pironi com o titulo na mão

  19. Erick Breder disse:

    Bela vitória do Maldonado. Bela vitória da Williams.

    Como desde o início do campeonato (e até da pré-temporada), estou torcendo por esse time. E que a Williams consiga ter um carro bom em vários circuitos do calendário. Pois pelo que já vimos até aqui, a tendência é o desempenho das equipes ocilarem razoavelmente de um circuito para outro.

    Parece que a Williams, em circuitos mais “tradicionais” com mescla de curvas de baixa, média e alta velocidades e menos retas longas, vai se sair bem. Deve dever um pouco em pistas a lá Hermann Tilke, que só tem retas e curvas de 90º, onde geralmente o DRS faz muita diferença, e aí, equipes como Mercedes e Lotus tendem a ir melhor, pois tem muita velocidade de reta, a Mercedes com o duto, tem um plus em relação as outras, principalmente em classificação e tal.

    Que venha as próximas corridas!!!

  20. Lucas R disse:

    Mais um piloto de mais uma equipe diferente vence um GP da Fórmula 1. Está ficando interessante isso.

    O mais legal é que somente os “primeiros pilotos” de cada equipe é que conseguiram tal feito – inclusive Rosberg, que só usa o número mais alto porque seu companheiro de equipe prefere os números menores. Sendo assim ainda falta: Raikkonen, Di Resta, Kobayashi, Ricciardo, Kovalainen, Glock e De La Rosa. Se eles vão conseguir aí já é outra história.

    • Carlos disse:

      Depois que o Kartikeyan andou em sétimo, oitavo, sei lá, com a “Agaerretê” naquele dilúvio da Malásia, até o Button tocar nele, essa “outra história” pode acontecer… Tá, acordei, foi pra descontrair. Mas, falando sério, do jeito q a temporada vai indo, surpresas podem continuar acontecendo, mesmo… Até o Massa pode ganhar uma esse ano!

  21. Gabriel disse:

    Grande vitória, correu muito e mostrou-se um bom piloto, espero que mantenha-se focado sempre. Só tive medo quando o Galvão disse que ele estava com a faca nos dentes, achei que ele iria se engasgar e se perder, como aconteceu com os brasileiros hehe

  22. Luís Morais disse:

    “Sabe andar na frente, é rápido, poupa pneus, defende posição, anda rápido e é cauteloso quando necessário.”

    E que tem MUITA grana – mas claro, a entrada na F1 foi merecida principalmente com o título incontestável na GP2.

    Só me assustou o fraco desempenho do Bruno Senna, que no começo da prova sequer conseguiu passar o Kovalainen.

    E como disse o Gualter Salles ontem no Twitter… será que finalmente o Brasil e as empresas daqui (leia-se: Embratel e Petrobrás) vão investir nas categorias de base de verdade e não apenas num piloto? Só olharmos o exemplo da Venezuela… cheio de pilotos na GP2, e agora com essa vitória do Maldonado a tendência é crescer ainda mais.

    • Erick Breder disse:

      Brasileiro é oportunista por natureza.
      Não costumam investir em nada. Só “investem” quando o retorno é certo. E no esporte sempre tem uma imprevisibilidade. E quando investem no esporte, injetando dinheiro em algum esportista em destaque ou consagrado, na verdade não estão investindo, estão aproveitando a oportunidade para fazer “publicidade e marketing”… essa que é a verdade.

    • MTP disse:

      A EMBRATEL é do Carlos Slim e esse até que podia fazer um programa parecido com que faz no México para pilotos brasileiros, mas acho isso improvável…
      Já a PETROBRAS já investiu, no passado recente, na formação de pilotos, entre o final da década de 1990 e metade dos anos 2000. Teve inclusive equipe na F3000 (hoje GP2). Entre os pilotos formados, tivemos Antonio Pizonia, Max Wilson, Bruno Junqueira, Ricardo e Rodrigo Sperafico. Desses, Pizonia foi o único que correu na Formula 1 (os outros só foram piloto de testes da Williams) e sua experiência na categoria principal foi terrível… Talvez, o melhor deles foi o Junqueira, que infelizmente não conseguiu traçar bem sua carreira, nem na Europa, nem nos EUA, onde até que foi bem em alguns momentos (foi pole de Indy 500), mas não conseguiu se estabilizar.
      A PETROBRAS foi parceira da Williams, mas não conseguiu por nenhum de seus “pupilos” como titular… o único que teve alguma chance foi o Pizonia…
      Na realidade, a estatal brasileira cortou sua verba nesse programa durante o governo Lula, após romper a citada parceria. Hoje ela só mantêm a seletiva de Kart e, pelo jeito, não há nenhuma intenção da Dilma em ressuscitar o programa da PETROBRAS (ela só pensa na Copa…) Talvez para desencargo de consciência, resoveu com o Banco do Brasil apoiar o Felipe Nasr, agora que ele tá perto da F1 (assim fica fácil… é o oportunismo como o colega citou no seu post…).

    • Carlos disse:

      Pra mim, o problema foi simples: Pastor conseguiu achar o meio segundo que separava a Williams do pelotão da frente em Barcelona. Bruno, ao que pareceu, não achou em nenhum momento um acerto decente pro carro dele, e ficou meio segundo atrás do que o carro poderia andar. Por isso o um segundo q separava eles e que no final deu nesse abismo.

      • Fernando Cruz disse:

        O Bruno teve mais problemas com os pneus do que o Maldonado, foi muito estranho. Na McLaren aconteceu o mesmo, o Button nunca acertou com os pneus, ele que até os geria melhor do que Hamilton. Dá ideia que Hamilton e Maldonado, nesta pista e com o calor que esteve, conseguiram tirar muito mais dos pneus do que o Button e o Bruno. Pode ser uma questão de estilo de pilotagem.

      • Diego Queiroz disse:

        Faltou piloto

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>