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28 de fevereiro de 2009 - 1:35Sem categoria

Carta de Rafael Lopes

Fiz um post ontem sobre a Brawn Racing, citando uma fonte francesa como a autora do furo que desvendava o provável nome da nova equipe. No entanto, Rafael Lopes, jornalista do GloboEsporte.com, publicou a mesma matéria horas depois dos franceses, tratando como algo exclusivo.

De forma a evitar mal-entendidos e interpretações incorretas, o Rafael me enviou esta carta aberta, que reproduzo abaixo, explicando como apurou a matéria e por que tratou como algo exclusivo.

Oi Capelli,

Vi que você publicou às 15h18 de hoje (sexta-feira, 27/02) um post falando dos domínios registrados na Internet ligados ao nome Brawn Racing. Tal post citava uma nota de em um site francês, o que gerou alguns desdobramentos em relação à matéria publicada por mim no GLOBOESPORTE.COM nas primeiras horas da manhã.

Ontem (quinta-feira, 26/07) eu conversava via rádio na hora do almoço com o amigo e colega de trabalho Alexander Grünwald sobre os inúmeros boatos que saíram nos últimos dias a respeito do futuro da Honda. Tentávamos, no papo, filtrar o que parecia bobagem do que aparentemente mostrava algum fundamento, quando ele me perguntou:

- Se o Ross Brawn assumir mesmo a equipe através do “management buyout”, qual será o nome do time? Não dá para continuar como Honda, então poderia ser “Brawn Racing”?

Depois do estalo, concordei que fazia muito sentido o inglês dar à equipe seu próprio nome, inclusive com os rumores que davam conta da não-participação de Nick Fry do negócio. Então, fomos atrás de evidências.

Na parte da tarde, infelizmente não pudemos dar prioridade a esta pauta por causa de algumas pendências em nossos respectivos trabalhos. Mas vimos que os referidos domínios – brawnracing.com e brawnracing.co.uk – já haviam sido registrados. Assim que caiu a noite, consegui me dedicar mais intensamente a esta pesquisa. O próximo passo era saber quem havia feito estes registros.

Por meio de um site especializado, cheguei ao nome da advogada Caroline McGrory. Àquela altura, já passava de meia-noite, e cada nova informação era compartilhada com o Grün via rádio – como já fizemos em outras matérias, minhas e dele, uma vez que este “bate-bola” é ótimo para agilizar o processo de apuração.

Poucos minutos depois, cruzei algumas informações e concluí que ela havia prestado diversos serviços à BAR e à Honda, com mais relevância aos citados na minha matéria. Depois de checar a cidade onde Caroline mora, muito próxima a Brackley, escrevi o texto e pensei muito no tipo de destaque que daria à matéria.

Sabia que seria o primeiro no Brasil a dar isso, o que já valia, por si só, um “exclusivo” no título. Mas resolvi pesquisar a fundo para saber se já havia saído em algum lugar do mundo. Os principais sites estrangeiros, como os Autosports da vida, não haviam dado uma linha sobre o assunto. Mesmo assim, fiz uma busca na área de notícias do Google para achar outro eventual registro. A resposta do portal a várias combinações de palavras também foi negativa.

Citei a exclusividade no título e agendei o texto para as 5h30 da manhã, ou seja, horas depois de tê-lo escrito. Sei que pode parecer esquisito publicar uma notícia mais adiante quando é possível fazê-lo imediatamente. No entanto, este é um procedimento interno, estratégico por questões de audiência.

Já não é de hoje que desenvolvo um trabalho sério, buscando evidências concretas para minhas matérias, um procedimento obrigatório para qualquer jornalista. Conseguir credibilidade é algo que não acontece da noite para o dia. É necessário trabalhar muito para conquistá-la. Se tal notícia apareceu em outro lugar pouco tempo antes, foi porque dois jornalistas de continentes diferentes tiveram a mesma informação/idéia ao mesmo tempo. Simples assim. Todos nós, aliás, estamos sujeitos a isso.

Grande abraço,

Rafael Lopes

É sempre bom dar voz a todas as partes e evitar conclusões erradas. A versão do Rafael me parece muito coerente e provável, então não há motivos para questioná-la. Já vivi situações parecidas e, com a agilidade da Internet, muita coisa acontece ao mesmo tempo. Por isso, acho apenas que é preciso tomar cuidado com o termo “exclusividade” e disse isso ao Rafael enquanto conversamos ao telefone. Eu, por exemplo, já não uso mais o “exclusivo” há um bom tempo, porque acaba virando uma faca de dois gumes, por melhores intenções que se tenha.

De resto, fica um agradecimento ao Rafael Lopes pelo modo como conduziu o caso.

Comentários do Facebook

comentários

32 comentários

  1. M* disse:

    Ele ja copiou duas matérias de um blog que eu e o Rianov na comu F-1 Brasil temos, e botou na maior cara de pau.

  2. Fico aqui me perguntando se duas coisas eram realmente necessárias: 1) O Capelli decidindo publicar a carta; 2) O Rafael tendo de se justificar a um blogueiro a troco de nada. Até agora não encontrei nada que justificasse as duas atitudes.

    No final de tudo isso, a publicação da tal carta aberta só piorou as coisas. Primeiro, porque é algo que não interessa a ninguém que vem aqui ler o que a imprensa tradicional não publica. Segundo, porque só serviu para mostrar o quanto a imprensa brasileira dá importância para coisas tão banais. O resultado disso tudo está aí: um monte de gente fazendo pouco caso do episódio e o Rafael, mais uma vez, exposto ao ridículo.

  3. Alexandre Santiago disse:

    Se 2 pessoas tiverem a mesma idéia sobre algo, sobre uma invenção e uma for lá e patentear a invenção primeiro, a outra que também teve a mesma idéia no mesmo tempo tem o direito desta invenção/produto? Não.

    Então, se o cara da Globo teve a mesma idéia ao mesmo tempo, mas postou mais tarde que o francês, azar dele. Foi exclusivo nada.Fica a palavra dele contra o fato em si.

    Então, na minha visão o cara da Globo perdeu o bonde e tentou assim mesmo ganhar a notícia.
    Porque ele não deu outra busca, 5 minutos antes de clicar no botão ‘publicar’? Como diz o slogan da Band News, tudo pode acontecer em 20 minutos.

    Sinceramente, não engoli tal ‘carta’.

    Resumindo, para mim, os franceses deram o furo e pronto.

    Valeu Capelli

    []’s

  4. Pessoal.. que tipo de jornalista colocaria num título as palavras “exclusivo” e “poderá”? É a mesma coisa de dizer: “Eu tenho certeza que acho…..”

    “E eu tenho certeza que acho” que o capelli fez certo em mostrar isso ao publico heuheuheue

  5. Guto disse:

    Bom, pra mim ele foi, no mínimo, otimista. Achar que ninguém iria dar uma matéria meio óbvia, até que o agendamento da matéria fosse cumprido. Digo meio óbvia porque cheguei a questionar exatamente isso: Como se chamaria a equipe comandada por Brawn? E cheguei na mesma conclusão que muita gente, caso do Rafael e de alguns amigos também.

    De qualquer maneira, vamos checar bastante as notícias antes de dá-las com exclusividade, ou seja o que for…

  6. Frederico Cavalcante disse:

    Também não quero ofender, mas essa aparente disputa de “egos” (a qual creio jamais ter sido nutrida pelo Capelli) é desnecessária, assim como publicação de uma carta por parte do Rafael Lopes. Se ele faz tanta questão de dar importância à palavra exclusividade, por que se importa tanto com o assunto após ter dado um “chilique” na sua última postagem referente à Honda, dizendo que não falaria mais nada a respeito? Quando se tem por trás o background e o respaldo proporcionado pela Vênus Platinada, pelo Quarto Poder, fica fácil querer chorar e espernear.

    Desnecessário tudo isso.

  7. Mandruwá disse:

    Abrir espaço pra essa carta aberta é tolice… falta de assunto é o q não falta… vcs dizem q a ´pré-temporada está chata e estão ajudando a deixar mais chata ainda… toda essa conversa de “brawn racing” “brawn team” “brawm sport” é um saco… prefiro o próximo post q vc mandou sobre o logo da force india… muito melhor do q perder tempo com coisas q, pra nós, seus leitores do blog, ñ tem a mínima importância..quem deu a notícia primeiro, quem ñ deu, o q é exclusivo o que deixa de ser…. ñ nos importa tudo isso.. queremos f1, o resto é conversa…
    pra mim o tom é de cíumes profissinais… briga…
    fazer o que…

    abraços

    joão henrique alves (mandruwa)

  8. Marcio disse:

    Na epoca da punição do Hamilton em spa, mandei uma mensagem para esse tal de Rafael, q abortou o assunto como um nitido torcedor de Felipe Massa e Ferrari, (não estou levantando se a punição foi certa ou errada, mas sim como ela foi tratada por ele, parecendo discurso de torcedor de futebol, justificando um penalty não marcado, no balcão de um boteco).
    Acho q quem se envolve com a midia, na hora de noticiar algo, tem a obrigação da imparcialidade e da verdade, o que não acontece com a rede globo, por isso deste aquele episodio, nunca mas li uma noticia do blog deste tal de Rafael.
    Parabéns Capelli, enquato vc continuar sendo honesto e imparcial, estarei aqui, lendo, comentando e divulgado seu blog.

    Marcio – Petropolis

  9. [...] Um jornalista do site Globoesporte.com, enviou uma melindrosa carta ao competente blogueiro Ivan Capelli justificando o porquê de ter usado o termo “EXCLUSIVO” na matéria em que ele [...]

  10. Capelli, não acho que o uso da palavra “exclusivo” seja uma faca de dois gumes quando se tem absoluta certeza de que o material publicado ninguém mais apurou ou publicou. Você provavelmente deve ter visto a entrevista que publiquei esta semana com o Sebastian, filho do Harald Ertl. Isso eu tenho absoluta certeza de que ninguém fez, principalmente no Brasil, e por isso mesmo usei a palavra “exclusividade” com a cabeça tranqüila. Acho que ainda é perfeitamente possível ter exclusividade em algo quando se tem total segurança no que está sendo feito.

  11. Essa coisa do furo pela informação que todo mundo vai dar em um intervalo de dez minutos (ou algumas horas), por exemplo, é absolutamente nonsense. E fica ainda pior se levarmos em consideração que boa parte dos sites noticiosos no Brasil, na maioria das vezes, não faz outra coisa senão traduzir o que foi publicado lá fora, inserindo um ou outro detalhe só para não ficar muito igual à notícia original.

    Quanto ao uso da palavra “exclusivo”, a busca cada vez maior de audiência transformou a tal exclusividade em algo banal em boa parte dos casos. Uma rápida pesquisa é capaz de jogar tudo isso por terra.

    No final, cabe aqui a pergunta: De que vale tudo isso se horas mais tarde todo mundo vai ler a mesma informação em todos os bons sites e blogs? O mundo vai parar por causa disso? Um site vai perder leitores ou deixar de ser o que é se tomar um furo vez ou outra? Acredito que não.

  12. Paulo Pontes disse:

    Não conheço o Rafael Lopes, mas concordo com o Capelli: é muito difícil estampar o “exclusivo” hoje em dia. Por exemplo: quando um blog especula algo e outro publica algo que prove aquilo, pode colocar exclusivo, claro. Especular não é informar, embora suscite debates interessantes. E foi isso que o Rafael fez: especulou. Ou que raio de apuração qualificada ele fez para publicar “Honda PODE se chamar Brawn Racing”? É o tipo da notícia que, se a equipe vier a se chamar Sputnik, ele vai dizer “mas eu falei ‘pode’, não falei ‘vai’”. Agora, se o nome do time levar mesmo o sobrenome do Ross, ele vai começar a matéria do anúncio oficial com “Como o GLOBOESPORTE.COM antecipou…” Acho esperteza demais. Quando eu vi que o Capelli publicou a história que o Becken mandou, fui no google e digitei “Brawn Racing” e site:.fr, e apareceu uma notícia do auto-moto.fr também da noite anterior à notícia do Rafael. Não me cheira bem, sinceramente. Sobretudo depois daquela história dos posts copiados do Capelli – apesar de o próprio Capelli ter se resolvido com ele, eu nunca engoli os argumentos do Lopes.

    (Pessoal, acho que não é caso de “E o Kiko”, não. Esse episódio nos interessa diretamente, porque se trata de uma discussão sobre o nível da informação que chega até nós. O que eu sei é que, se a equipe se chamar Brawn Sport e o piloto não for o Bruno Senna, Rafael Lopes e, sobretudo, Fábio Seixas, vão ficar um tanto envergonhados do que sustentaram – este último na Folha, dando até duração de contrato.)

  13. Elton Veras disse:

    Caro Ivan Capelli gostaria de pedir-lhe que colasse meu blogue: http://paf1.blogspot.com/ – Pneus, Asfalto e Formula 1 na sua lista de blogues dos leitores… muito obrigado desde já…
    Atenciosamente,
    Elton Veras

  14. jugger disse:

    é por este tipo de atitude “eu sou o bom” é que não acesso esse blog da globo.com, jornalista de mente pequena… brigando com todos que discordam da opinião dele… e quer saber? E O KIKO>>>>?

  15. wil disse:

    e só para completar: que tal o capelli para narrar as transmissões ? hehehe

  16. wil disse:

    acho que o grande problema deve ter sido os chefões da globo se matando por terem ficado para trás, eles se acham reis mesmo…valeu capelli…

    A gente podia comecar uma campanha para tirar o galvão chatão das transmissões hein galera? isso sim seria um furo exclusivo…

  17. Fábio Mandrake disse:

    É coisa de ética jornalistica!
    Mas pra falar a verdade……..e o KIKO???

  18. Eduardo Casola Filho disse:

    mais um, pro coro: E O KIKO??????????????????

  19. Parabéns Capelli, por ser o 1º a publicar a notícia no Brasil!!

  20. Mandruwá disse:

    Grande bosta vcs dois brigando… de novo…

  21. Nossa, uma pesquisa de Dominio não leva nem 3min…
    Foi o tempo que levei pra confirmar o que o Becken Lima havia informado aqui.
    Olha, acho que perdeu a chance de ficar calado. Claro que o pessoal do globo.com deve ter questionado este “Furo”.

    E realmente o O KIKO??

    abs

  22. Uau… Parece que alguém descobriu, com EXCLUSIVIDADE, o verdadeiro nome da equipe:

    http://f1around.wordpress.com/2009/02/28/brawn-sport/

  23. Eduardo Casola Filho disse:

    É bom que todo mundo se entendeu.

    E da Force India, não dá pra esperar nada, nem em beleza do carro, nem em qualidade, acho que Fisichella e Sutil serão meros figurantes nesta temporada.

  24. Celso disse:

    “notícia exclusiva”? bem… escrevi duas linhas sobre a +-14HS atrás em certa comunidade sobre Grand Prix 4 no ORKUT (é a maior delas… 5.190 usuários) … possivelmente bem antes de alguns daqui do BR.

    olhem isto:
    http://img301.imageshack.us/my.php?image=brawn.jpg

    e + isto
    http://img16.imageshack.us/my.php?image=brawn2.jpg

  25. Daniel,

    O que me irrita, como blogueiro, é verificar as notas sendo dadas como se fossem exclusivas (como frisa o Romário acima!). Qualquer nécio com inglês “intermediário” da Wizard que acompanha a Autosport/Pit Pass/Grand Prix/F1 Live, verá que é apenas uma repetição ad nauseum do que se diz lá fora, mas aqui é “vendido” como se fosse “exclusivo”.

    A Internet chegou e mudou o jornalismo, ok, o que custa então pôr links nas notas? Preguiça? Não seria mais honesto? (não estou sugerinfo aqui que é caso do tema desse post, que fique claro!). Eu, um humilde e insignificante blogueiro faço isso, dou crédito a tudo que é postado no meu blog, por que os big shots não podem fazer isso?

    Agora, quando há uma dessas migalhinhas internas acontece as briguinhas por exclusividade.

    O episódio do Bruno Senna há alguns dias atrás é outro bom exemplo. O Tazio estampou na primeira página o “furo” e o Grande Prêmio foi atrás de forma mais cautelosa, mas sem esconder a a intenção de provar que o Tazio estava errado. Eu tenho sentido que o pessoal do Grande Prêmio anda melindrado com o Tazio, não sei, é apenas impressão….

    Mas esse tipo de guerrinha velada de vez em quando pode ser prejudicial aos próprios leitores dos portais.

    Enfim…

  26. Becken,
    Falando em arranca-rabos, lembra daquele sobre o Rubinho na Ferrari?

    A Internet chegou, mudou o jornalismo, mas os jornalistas ainda pensam como há 30 anos (mea colpa embutido). Ouvi dizer que tem redação por aí que considera um “furo” publicar uma notícia um minuto antes da concorrente. Um minuto!

  27. Romário Jr. disse:

    Estou com o Igor: ” e o kiko??” [2]

    Eu entendo a posição do camarada lá, pois naquele site a grande maioria das notícias são copiadas e coladas traduzidas, quando finalmente pensa que se conseguiu produzir algo original e vê que outros tiveram a mesma fica revoltado, é normal.

    Bem, agora que até o órgão oficial da F1 no Brasil vem se justificar para o Capelli eu também quero pedir a minha benção :D

  28. Algo que eu fico impressionado é o como o jornalismo dito “especializado em automobilismo no Brasil” gosta de arranca rabos. Qualquer cisco tem potencial para virar um furação.

    Eu lembro, por exemplo, da briga que houve pelo “furo” na “descoberta” de que o Hamilton havia supostamente apertado o botão errado no Brasil.

    Foi uma confusão tão grande que conseguiu irritar a dois grandes jornalistas, o Fábio Seixas e o Flávio Gomes, ao mesmo tempo. Que coisa, hein…

    Enfim, eu fico com o meu amigo Igor aqui em cima: “E o Kiko?”

    By the way, a Force India revelou fotos do seu novo carro:

    http://f1around.wordpress.com/2009/02/28/force-india-revela-o-vjm02/

    Ficou bonito, Capelli, exatamente como mostrado no calendário, uma descoberta nossa quase “exclusiva”, né…

  29. igor otoni disse:

    Na boa, e sem querer ofender…. mas… E o kiko?????????

  30. Hamilton disse:

    Parabéns para a conduta do Rafael Lopes e ao Capelli por publicar. E aos dois pela investigação.

    Entendo que a exclusividade não se relaciona somente à notícia, mas ao que cada jornalista é capaz de apurar de modo diferente dos outros. Mesmo um fato que todo mundo noticie pode gerar diversos “exclusivos”, sem tirar o mérito de ninguém.

  31. Paulo Patux disse:

    Cordialidade e inteligência… assim deveria ser o mundo da informação. Infelizmente, como foi, nem sempre o é. Mas valeu presenciar este momento!!

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