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25 de março de 2012 - 17:26Análises, Automobilismo

Começou morno

Indycar / LAT USA" width="930" height="531" class="alignnone size-full wp-image-5137" srcset="https://blogdocapelli.grandepremio.com.br/wp-content/uploads/2012/03/helio_st_pete.jpg 930w, https://blogdocapelli.grandepremio.com.br/wp-content/uploads/2012/03/helio_st_pete-300x171.jpg 300w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" />

Desde os tempos de Mario Andretti, Al Unser Jr, Emerson Fittipaldi, Nigel Mansell & cia que a Indy não me cativa. Comecei a acompanhar a categoria em 1988, a vi com regularidade até meados de 1995, depois o interesse foi diminuindo. Sei que houve bons campeonatos depois disso, mas por algum motivo os carrinhos do lado de cá do Atlântico não conseguem prender minha atenção. A cisão Cart x IRL enfraqueceu demais ambas as categorias, que viraram um arremedo de campeonato no começo dos anos 2000.

Sei que a situação vem melhorando e achei que, com os novos e belos carros e com uma cobertura mais intensa da televisão com a chegada de Rubens Barrichello, meu interesse fosse ficar renovado. Comecei a assistir o GP de São Petersburgo bem empolgado, mas não durou muito não. Em algumas voltas a Indy passou a ser, para mim, a mesma de sempre.

Tudo bem, é fato que a Indy melhorou bastante. Mas a corrida numa pista chata e ondulada, quase sem ultrapassagens e com alguns erros de organização que dão um ar quase amador à categoria me fazem desconfiar dela. Essa coisa de bandeiras amarelas longas quando qualquer carro para na pista para que um guincho possa rebocá-lo até os boxes é terrível. Pode ser bom para inserir breaks comerciais, mas é chato pra caramba. Quebra o ritmo, bagunça estratégias, transforma tudo em loteria. Além do mais, é dar muita chance aos pilotos. Morreu o carro? Então que fique pelo caminho. Absurdo, também, permitir que Katherine Legge entrasse na contramão do pit lane, para que não tivesse que dar uma volta inteira atrás do guincho. Gente, contramão nos boxes é muita várzea! Nisso, a categoria perde pontos.

Porém, ela também ganha pontos quando Helio Castroneves conquista uma vitória como a de hoje. Depois do fim da loteria de bandeiras amarelas e pit stops, viu-se na terceira posição e ultrapassou Scott Dixon e JR Hildebrand para assumir a ponta. O final foi bacana, mas a temperatura média da corrida não passou do morno. Com a água que a Indy ferve, não dá nem para fazer chimarrão.

Morna também foi a estreia de Rubens Barrichello. Por mais experiente que seja, é um estreante na categoria, sua equipe é média e isso deve ser levado em consideração. Porém, o 17º lugar foi um tanto abaixo do esperado. Ernesto Viso, um de seus companheiros, foi oitavo. Tony Kanaan era virtualmente o líder entre pit stops quando teve um problema de bateria que o forçou a abandonar. Dos três pilotos da KV, Barrichello foi o mais discreto.

A própria transmissão da TV Bandeirantes deixou clara uma certa decepção. No começo, só se via e só se falava em Rubens Barrichello. Com foco sobre ele durante o hino e preparação para a largada e cortes na transmissão oficial para inserção de câmeras exclusivas para mostrar seu desempenho na pista nas primeiras voltas, ainda que andando 13º lugar, parecia ser um dos protagonistas da corrida. Até que, com cerca de um terço de prova, a produção percebeu que daquele mato não sairia mais coelho e desviou os olhares. Era apenas citado, não havia mais análise detalhada sobre ele, nem mais imagens exclusivas. Foi perceptível: a Bandeirantes esperava mais dele.

Aliás, destaque positivo para a transmissão da Band hoje. Apesar de um primeiro corte absurdo para break comercial (entrou uma vinheta de entrada de transmissão de futebol, dando a impressão de que a Indy havia terminado), manteve a corrida no ar até a última volta, respeitando o telespectador. Outra demonstração de respeito foi a escala de Téo José para a narração, precisa e sem afetações, como deve ser.

Fiquei um pouco decepcionado com a Indy, mas é apenas a primeira de 16 corridas. Há todo um campeonato pela frente e, em pistas que permitam mais ultrapassagens, poderemos ter belos espetáculos. Vale a pena acompanhar.

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comentários

34 comentários

  1. Carlos Mora disse:

    Sob meu ponto de vista Rubens vai indo muito bem em sua temporada de estréia na desconhecida Indy com equipe e carros novos medianos, novas regras etc…Em dois ovais ficou em décimo e agora em sétimo. Hellôoo primeira participação do cara nas 500 mjilhas de indianápolis e cruzou em décimo está decepcionante?

  2. fernando disse:

    tipico topico de leigo, se nao conhece a categoria é melhor fechar a boca do que falar merda.

  3. Marcelo disse:

    O vídeo abaixo mostra ao céticos que Rubinho pode ser muito rápido na Indy, basta fazer o mesmo, acelerar forte desde a largada!!!

    http://www.youtube.com/watch?v=hyUmGHdK9e8&feature=player_embedded

  4. Marcelo disse:

    Quando o Castroneves assumiu a ponta, a Band NEM LEMBROU mais do Rubinho!!! rsrs

  5. gilles disse:

    Um unico comentario, esses caras nao sabem fazer contas, tantos kilos de combustivel, igual a x voltas, que “cazzo” e esse de ter que economizarr!!!! parece a formula 1 de antigamente. Enche a “porra” do tanque e desce o pau. Rubens ainda tem que pegar a mao na categoria.
    Abraços.

  6. Dr. Walter Bishop disse:

    Achei bem razoável. Vi algumas ultrapassagens, a maioria pegando o vácuo, mas foi legal.
    O sistema anti-stall não funcionou, pois um carro rodou e morreu.
    Foi legal também ver no final da prova Castroneves com uma tocada segura e ritmo forte vencer. ; )

    • Igor Canavarro disse:

      A Indy tem mais ultrapassagens que a F1. Isso é fato. Precisa ser fanático por F1 ao extremo pra não ver que a Indy está prestes a tomar o lugar da categoria de Bernie Ecclestone como competição emocionante.

      • Capelli disse:

        Gente, o mundo não é uma briga F1 x Indy. Nem isso está em discussão nesse blog, é uma rivalidade besta e burra. Uma categoria é independente da outra, passam em horários diferentes, não há competição direta por audiência. Então parem com isso.

  7. MTP disse:

    A organização do automobilismo norte-americano é dessa forma… aparenta ser mais bagunçado e improvisado… a NASCAR é assim também e mesmo a Indy no auge da CART também era meio varzeana… lembro uma vez do Mario Andretti bater num carro-guincho em Detroit…
    Mas, por outro lado, a categoria era emocionante a ainda de vez em quando é assim. Mas, pistas como Barber são ruins… são meio tikeanas, como algumas na F1, onde não há pontos de ultrapassagem.
    Por isso que o Helinho, de certa forma, salvou a corrida. Foi um dos poucos que fez ultrapassagens e foi o piloto mais competente, merecendo a vitória. Espero que tenha condições de disputar o título dessa vez…
    Já Rubinho mostrou claramente que tem que se adaptar a categoria. Sua corrida foi bem fraquinha… talvez melhore em Barber, uma das poucos circuitos mistos permanentes, mas que também tem poucos pontos de ultrapassagem…
    Ah que saudades de Cleveland, Portland, Elkhart Lake, Laguna Seca, Michigan, Phoênix…

  8. Aliandro Miranda disse:

    Sobre as longas bandeiras amarelas, continuo não gostando, mas quando fui assistir as 500 Milhas de Indianapolis in loco, ano passado, pude entender os motivos.

    Quando um carro bate e a corrida fica sob bandeira amarela, é a hora em que o torcedor desce das arquibancadas para comprar sorvete, hamburguer e bater papo. E os assuntos são os mais variados, a corrida fica meio em segundo plano. Corridas são um evento de família, digamos.

    É isso. A bandeira amarela é cultura americana. Se mudarem, se a bandeira amarela for somente para a área do acidente e sem a obrigatoriedade safety car, como na F-1, o público americano é que não vai gostar. O brasileiro está acostumado com as corridas mais rápidas da F-1, que inclusive favorecem muito mais as transmissões de TV. Quando, por exemplo, Bernie Ecclestone não permite nenhum atraso na largada, ainda que caia um dilúvio na hora, ele está visando também as emissoras de televisão. E, nisso, entendo o drama da TV Bandeirantes. O que não lhe dá o direito de cortar corridas, jamais, porém também é muito difícil para uma emissora iniciar a transmissão de um evento que não tem hora para terminar. Além disso, durante as longas bandeiras amarelas as TVs podem inserir comerciais.

    Então, por mais chato que seja, o sistema de bandeira amarela da Indy é fundamentado. Por motivos não necessariamente esportivos.

  9. Alexandre Lourenço disse:

    Eis ai a opinião de um puro “FORMULAUNZISTA DE SEMPRE”, ahh fique com sua FORMULAUNZINHA e deixe a Indy em paz owwww

  10. LUIZ CARLOS ANTUNES disse:

    Capelli !
    Você tem razão, quando diz que tem muita bandeira amarela e pior com Safety Car, quando aquele carro rodou perto da entrada dos boxes, deveria ser bandeira amarela só no local, imaginem em Monaco, se todos os acidentes tivessem bandeira amarela e safety Car, e fossem guinchar os carros até os boxes, todas as corridas em Monaco terminariam com bandeira amarela, os americanos são muito burros, a estratégia do Helio Castro Neves não existiu e ele ganhou a corrida, a estratégia correta para 100 voltas, deveria ser tres paradas para troca de pneus, independente de safety car, e o combustivel seguiria esta mesma logica, Rubinho criticou que teve que poupar combustivel a prova inteira, um absurdo, pois largando la atras, cada parada você fica muito mais para tras, e numa pista sem condições de ultrapassagem, essa tatica da equipe KV de economizar, coisa de equipe pequena, Barrichello tem que impor sua tatica, acelera e ve no que dá, por pior que fosse jamais chegaria em 17o., e com pane por falta de combustivel, um absurdo !

  11. Francisco disse:

    A indy é meio “nascarizada”, essa mentalidade de yellow flags e reabastecimento é um saco para nos acostumados com a dinâmica da F1. Tanto autodromo bom nos EUA e eles me correm naquela merda de pista… Em Barber se o Rubens for muito mal vai ser foda, ele agora conhece o carro e a pista. Teve um qualy na Nationwide, acho que em Vegas, que o cara errou na volta de abertura, antes da verde, aí ele voltou na contra, deu um woodhorse e voltou com embalo pra abrir a volta, eu achei duca… mais americano impossível!!

  12. Lucas R disse:

    Foi difícil assistir essa corrida.

    Eu tinha passado a noite em claro para assistir o GP da Malásia da Fórmula 1 e não estava disposto a dormir à tarde, senão acabaria trocando a noite pelo dia. Mas durante a corrida da Indy cochilei várias vezes no sofá enquanto assistia – ou tentava assistir. Estava muito chata. Os carros pareciam não andar. A sensação de velocidade era zero. Briga por posições não houve nenhuma. E tudo isso provavelmente pela natureza do circuito.

    A Indy que eu assistia no anos de 1999 e 2000 era bem mais interessante.

    Quanto à Band, ainda bem que puseram o Téo José para narrar. Alguma chance dele continuar como narrador nas próximas corridas ou teremos de aguentar o Luciano do Vale? A narração foi boa, mas é preciso deixar de narrar como se apenas os brasileiros estivessem na pista.

    Quanto ao Barrichello, é melhor esperar um pouco antes de julgar, pois é difícil um novato mostrar serviço em uma pista tão travada como aquela. Fico feliz de ao menos ele ter conseguido completar a prova. Seria brochante se ele tivesse batido logo na primeira curva da primeira volta.

    • Fábio disse:

      Lucas… o meu pensamento é o mesmo com relação ao Barrichello. Ele caiu de paraquedas num mundo desconhecido onde tudo é diferente. Terminar a primeira corrida era realmente o que precisava ter acontecido. Infelizmente, o ser humano tem uma mania esquisita de ficar fazendo previsões. E, se todas as previsões apontassem para um acidente do Rubens, as pessoas e jornalistas estariam vangloriando o rapaz por ter conseguido terminar a prova. Mas, como o brasileiro é felizinho, as previsões são sempre otimistas demais. Pra mim, ele ter feito uma volta mais rápida que a do Tony na classificação (não largou na frente por outras questões) e ter finalizado a prova foi importante. Ele estava vendido na corrida (e declarou isso antes da largada). Essa corrida, na verdade, foi da equipe e não dele.

  13. Jorge Haas disse:

    rapaz… eu até pensei que era o único a não entender o que estava acontecendo. que alívio. nem a Band sabia. mas o site tinha bem mastigado então valeu a transmissão do Téo. no mais, aqui entre nós, a prova teve momentos que parecia expor o improviso, e a transmissão, teve seus momentos de “encher-linguiça”.

    em parte porque deixaram de acompanhar o Barrichello. o que é contraditório. não é possível esperar de um piloto estreante ‘dar show” se ele nem conhecia as regras da categoria. é ridícula este aparente constrangimento por ele “não fazer uma corrida brilhante”.
    faltou um pouco de ousadia, tipo, ter convidado o Kanaan para dar uns pitecos nos”intervalos” das bandeiras amarelas, ou um repórter de plantão na equipe enchendo o saco dando detalhes das novas regras, pilotos e motores. mas aí, parece também que esperavam era só o sucesso de Barrichello e vender logo mais adiante a corrida em São Paulo. saco isso.

    ao fim, a atropeladinha, entra o provincianismo paulista com o “grande clássico” local…que é isso… tudo bem, mantiveram TODA a corrida, show de bola da tv mas, não podia manter um link aberto e ir passando as últimas informações, as imagens do Helio em tela pequena ?
    ficou que deram errada a posição de Rubens e não explicaram porque caiu de 14º para 16º, e muito menos que acabara em 17º sem gasolina.

    ok, todo mundo parece estar de acordo, a Indy não é aquela do Emerson. então paciência. ao menos os carros parecem ser mais equilibrados e a disputa promete que vai ser mais constante. vou procurar acompanhar agora que o Rubinho está lá. além de mais 3 grandes sujeitos que já provaram serem bons pilotos, e brasileiros, que merecem a torcida.

    vlw Band, valeu Rubens pela ousadia, valeu Helio e valeu sim sentir o gosto “daquela” emoção do domingo !

  14. ALEX disse:

    porra Capelli, a pior coisa foi a transmissão da Band! Cortar a corrida s/ mostrar a comemoração da vitória, ainda mais do Hélio! um brasileiro e ainda por cima spider-man!rsssss nem uma reportagem de finalização teve… pra mim total falta de respeito c/ o produto (indy) e c/ os telespectadores!

    ps 1 – qto ao Barrica vamos aguardar a próxima..
    ps 2 – saudade dos carros antigos da f-1 e da indy,, vendo a corrida ontem n achei nada bonitos nao..
    ps 3 – a indy é mto legal! tem corridas e corridas, como em qq outra categoria..

  15. José Augusto disse:

    Acho muito cedo para criticar o Barrichello. O cara precisa se acostumar ainda. Agora, não consigo assitir uma corrida da Indy inteira. É muito chata com essas bandeiras amarelas e paradas em excesso. E esse ano os carros estão mais feios que nunca!!!

  16. A questão é que o Barrichello sempre vai mal quando é o centro das atenções. Vide todos os GP’s do Brasil que ele disputou, corridas comemorativas, etc. Estrela na bunda.

  17. Junior disse:

    Cara, você é chato e reclamão e, às vezes, é insuportável te seguir no twitter, porque quando você tá azedo, é difícil. Acho que sou tão chato, reclamão e azedo quanto você e acho que dá choque por isso. Reclamão, chato e azedo dá choque. Deve ser coisa de gaúcho. Rabugices a parte, hoje você se inspirou. Todos seus comentários foram certeiros e precisos. Senti o mesmo da Indy. Acompanhei de 95 a 2002 e depois, não deu mais. Voltei a acompanhar hoje, assim como metade do país por curiosidade com o Barrichello. Mas a corrida não me deu tesão. Foi como comer aquela amiga que você comeu uma, duas, três e não deu certo. Dez anos depois, você come de novo e não dá certo de novo, e aí você pergunta porque diabos você tá insistindo. Foi isso que a Indy me fez sentir ontem. Nada. Ainda mais depois da Fórmula 1 que a gente reclama, reclama, reclama, mas nunca deixamos d’assistir. Por piores que sejam as corridas, o vício, a paixão, ou seja lá o que diabo ela provoca, o tesão nunca vai embora.

    Você acertou também no comentário que não dá mais pro Massa. Não há mais o que fazer. Nem o maior e mais fiel fã aguenta mais. E por mais “mafiosa” que seja a Ferrari, ninguém pode negar que ela não foi paciente e deu todas as chances necessárias pro Felipe e ele não aproveitou. Não dá mais mesmo. Pra piorar tudo, os comentários do mesmo pós-corrida só dão mais nojo de ouvir e acabam criando um abuso imenso com o cara. Carisma, o Massa nunca teve, nessa eterna fase ruim, então, a coisa só piora. Não dá mais mesmo. Não acho que nenhum piloto vá fazer alguma coisa boa na Ferrari com aquele carro, com o clima pesado e com o Alonso do lado, mas ainda assim, o Massa lá, tá insustentável. Acho que vai ser 2009 parte II. O Trulli vai se aposentar na Ferrari por causa do apelo italiano na Ferrari, bla bla bla.

    Também concordei com tudo sobre o comentário sobre a corrida em geral, sobre o Perez e sobre “El Fodon”. Gostem ou não do espanhol, impossível não reconhecer que o cara é de longe o melhor do grid atual. E olhe que há cinco outros campeões de altíssimo nível. Mas, queiram ou não, “El Fodon” é o melhor. Enfim, chatices a parte, parabéns pelos comentários de hoje. Enquanto a maioria dos jornalistas apelam pro sensacionalismo, conspirações e tecem textos ridículos e irritantes, hoje, os seus foram na mosca. Tudodibom.

  18. Iuri Jacob disse:

    Precisa foi a sua análise. Depois de 20 anos sem acompanhar essa categoria, tive a mesma impressão que você. Várzea… Valeu apenas pela vitória fantástica do Helio.

  19. Humberto Toscano disse:

    Mesma impressão minha, e essas paradas para abastecimento são um saco

  20. Vinícius Lucas disse:

    A corrida foi chatíssima de assistir, quando teve o primeiro intervalo durante a bandeira amarela, eu troquei de canal na hora, e depois de um tempão voltei a colocar lá e só continuei porque tava tendo briga pelas primeiras posições.

  21. Francisco disse:

    Bom comentário. Não tem muito a acrescentar.
    Querendo ou não, será preciso algumas boas corridas para o Rubens se adaptar: aos carros, aos circuitos (todos completamente desconhecidos), às regras, a esse mundo TODO novo.
    Se os pilotos campeões da GP2, quando chegam à F-1, já conhecendo a maioria dos circuitos e tendo pilotado carros semelhantes, estranham, que dirá quem sai da F-1 para a Indy.
    Quanto às bandeiras amarelas, é um saco mesmo. De que adianta abrir tempo pra quem vem atrás?
    Mesmo sendo fã do Rubens, não creio que terei paciência para assistir à Indy.
    Ademais, eu acho os carros feios, parece brinquedo crescido rs…
    Os pit stops são toscos demais, o pessoal no Sol, mecânico empurrando carro…
    Agora, essa da mulé que entrou na contramão foi pra brochar de vez rsrs.

  22. Murilo disse:

    Parece que Barrichello ficou sem gasolina.
    Quer dizer, equipe dele é bastante amadora a ponto de deixar acontecer isso.
    E as estrategias todas tronxas. Ele chegou a estar em 8º no inicio da corrida.
    Ae teve um pit stop que jogou o cara lá pro fundão e dae ele ficou.
    Pq não arriscaram como fez o Helio. Ficou na pista por 35 voltas com os mesmos pneus até fazer o primeiro pit. Arriscou e se deu bem.

    E a Bandeirantes nem vai transmitir o GP de Barber na proxima semana. Saco.

  23. Alex disse:

    A corrida foi realmente chata, como a maioria das corridas de rua, mas o final rendeu boas disputas.

    Esperava mais do desempenho desse chassi novo da Indy. Ao contrário do antigo, que havia sido concebido para pistas ovais e depois adaptados para uso misto, o novo modelo já foi desenvolvido para este tipo de uso, além de incluir novas tecnologias como freio ABS e embreagem automática. E mesmo assim virou praticamente nos mesmos tempos que vimos ano passado, a pole do Will Power por exemplo foi apenas 6 décimos mais rápida…

  24. Gerhard Berger disse:

    Excelente comentário, Capelli.
    Helio fez uma bela corrida. Limpa e segura. Super-parabéns pra ele!

    Barrichello fez menos do que o esperado. Não fez nada demais, uma corrida burocrática e chata. Parecia mesmo que estava tentando “aprender” a guiar o carro.

    Parafraseando o Flavio Gomes, Barrichello devia “ter feito o Téo José gritar”.
    Devia ter subido na zebra, feito ultrapassagens por fora, furado pneu, corrido sem aerofólio e terminado a corrida com uma bela batida….seria melhor do que ficar se arrastando entre a décima quinta e vigésima posição.

    Eu diria que ele tem umas “3 corridas” pra mostrar um BOM resultado. Se ficar no que fez hoje, melhor se aposentar antes do fim da temporada.

    Só não concordo com você quanto a aparência do carro. Acho esses carros muito feios. Parecem carrinhos “hot-Wheels”……saudades dos carros dos anos 90.

  25. Acho que é cedo para cobrar incisivamente a Indy, pois a categoria está se reestruturando A várzea que era no ano passado ainda deixa algumas marcas. Vai ser preciso uma reeducação a categoria voltar aos tilhos.

    Já o Barrichello, realmente não fez uma atuação de encher os olhos. Ainda será necessário paciência, embora seja algo que o Barrica nunca conseguiu ter na F1. Questão de tempo para as coisas melhorarem.

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